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Senac firma parceria com a ONG Generation Brasil

A ONG global de educação para o emprego oferece programas de capacitação gratuitos para participante e os encaminha para emprego no final do curso

Pela primeira vez, o Senac São Paulo acaba de firmar parceria com a ONG Generation Brasil para sediar as aulas do Programa Desenvolvedor Júnior. A metodologia desenvolvida pela Generation combina o treinamento em habilidades técnicas, comportamentais e de mentalidades, preparando os jovens para os desafios reais do mercado de trabalho.

O programa tem o formato Bootcamp, é gratuito para o participante e tem duração de três meses, de segunda a sexta, das 8 às 18 horas (carga horária de 480 horas). Para participar do processo seletivo, é necessário que os jovens tenham de 18 a 29 anos de idade, Ensino médio completo e interesse em ingressar na área de tecnologia.

"Os formandos concluem o programa preparados para ingressar no mercado de trabalho e a Generation auxilia na preparação e conexão com empresas parceiras para entrevistas ao final do programa. Também fazem parte do programa o apoio e a mentoria aos estudantes durante e após a conclusão do curso", declara Leonardo Caetano, COO da ONG. As aulas ocorrerão na unidade Senac Lapa Tito e iniciam-se em 3 de fevereiro. O currículo desenvolvido pela Generation visa desenvolver as competências técnicas e comportamentais, e é customizado para atender às necessidades do mercado.

"Contribuímos com o desenvolvimento social desses jovens, pois a educação é a ferramenta de inclusão mais poderosa para inserção social e é fundamental para ingresso e ascensão no mercado de trabalho", afirma Maurício Pedro, gerente corporativo do Senac São Paulo.

Para o gerente da unidade Lapa Tito, Ulisses Matano, essa parceria possibilitará aos participantes o acesso a uma capacitação de qualidade e totalmente conectada às profissões do futuro, contribuindo para uma atuação profissional transformadora.

Os números globais da organização sem fins lucrativos confirmam a eficácia do programa: 81% dos graduados da Generation são empregados dentro de 90 dias após a conclusão do programa; 88% dos empregadores afirmam que os graduados da ONG têm performance acima da média de seus pares; os jovens capacitados têm de duas a seis vezes a renda aumentada após a graduação na entidade; 72% dos jovens continuam no mesmo emprego após o ingresso.

"Um grande diferencial do nosso programa de Desenvolvedor Júnior está no conceito, pois os jovens desenvolvem habilidades técnicas e comportamentais. A parte técnica inclui sessões interativas e práticas e são trabalhadas habilidades comportamentais essenciais para um bom desempenho nessa posição, dentre elas, comunicação e trabalho em equipe", acrescenta Leonardo Caetano.

 

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Pesquisa revela que 75% das lojas online do País já têm sites adaptados para smartphones

Levantamento da Ipsos, encomendado pelo PayPal, mostrou que 60% dos brasileiros compram ou fazem pagamentos online pelo menos uma vez por semana, contra uma média global de 48%.

Os consumidores estão comprando no celular a uma taxa maior do que nunca - em todo o mundo. Até por causa disso, expressões como "mobile first" e "mobile only" estão se tornando cada vez mais comuns entre os internautas, que passam horas a fio de cabeça baixa olhando para as telinhas de seus celulares. Este foi o pano de fundo para que o PayPal encomendasse uma pesquisa global sobre o assunto a Ipsos.

O questionário focou nos hábitos de consumo online, divididos em três áreas principais: o comportamento do consumidor na hora de pagar pelo smartphone; os principais incentivos e barreiras para comprar via mobile; e o quanto essa forma de compra online cativa esses consumidores.

A Ipsos entrevistou 22 mil consumidores e 4.600 lojistas em onze mercados, sendo 2 mil consumidores e 500 lojistas no Brasil. E descobriu, entre outras coisas, que quase 80% dos e-consumers compraram via smartphone nos seis meses anteriores à pesquisa. Apesar disso, curiosamente, 37% das empresas globais ainda não estão preparadas para dispositivos móveis (ou seja, não têm sites responsivos, que se adaptam às telas dos smartphones). Esse índice, no Brasil, é de 25%, o que faz bastante sentido, já que, segundo o IBGE, por uma questão de preço, os smartphones são o principal meio de acesso dos brasileiros à internet e às redes sociais.

A Índia lidera nesse quesito: 92% dos consumidores indianos disseram já ter usado o smartphone para fazer pagamentos online; e 81% dos comerciantes indianos garantem estar otimizados para aceitar compras via mobile. Com 83%, a Itália é o principal mercado europeu para consumidores que fazem compras online via smartphone; ao mesmo tempo, apenas 65% das empresas italianas relataram ter um site ou aplicativo otimizado para celular. Já nos EUA, 72% dos consumidores usaram um smartphone para pagar online desde o começo do ano, enquanto 57% das empresas relataram oferecer uma experiência otimizada para celular - este é o segundo índice mais baixo entre os países pesquisados, perdendo apenas para o Japão, com 49%.

A seguir, os principais highlights da pesquisa Ipsos, tanto do ponto de vista dos comerciantes quanto dos consumidores brasileiros:

• 76% dos consumidores pesquisados disseram usar dispositivos móveis para fazer compras ou pagamentos online.

• 74% dos lojistas brasileiros entrevistados garantiram que têm versão otimizada (responsiva) de suas lojas online para smartphones.

• Em relação ao tíquete médio do comprador online brasileiro, ele gasta em torno de R$ 503 por mês em compras via celular.

• 60% dos consumidores brasileiros dizem pagar contas ou fazer compras online via celular pelo menos uma vez por semana.

Já os comerciantes entrevistados garantiram que 44% de suas vendas online se dão por meio de dispositivos móveis.

• Outra informação interessante é que 43% dos consumidores entrevistados no Brasil disseram ter feito compras online por meio de redes sociais nos seis meses que antecederam a pesquisa realizada pela Ipsos.

• Do outro lado, 52% dos lojistas nacionais entrevistados garantiram já estar vendendo produtos e serviços via redes sociais.

• 94% dos m-consumers brasileiros pagam contas ou fazem compras via aplicativos instalados em seus celulares. Destes, 47% garantem usar os aplicativos pelo menos uma vez por semana.

• A Ipsos também quis saber quantos internautas brasileiros costumavam fazer compras online internacionais via dispositivos móveis. E mais da metade (51%) respondeu que esta é uma modalidade comum de compras.

• Do lado dos lojistas pesquisados, 74% deles se dizem integrados ao comércio internacional e já venderam online, via smartphone, para consumidores de outros países.

• Ainda nesse quesito, uma informação surpreendeu os pesquisadores da Ipsos: segundo os lojistas online brasileiros, 48% do volume de suas vendas vêm de clientes internacionais - que compram online via dispositivos móveis.

• A Ipsos descobriu também que 54% dos consumidores brasileiros preferem comprar produtos ou serviços e pagar contas via smartphones - média muito maior que a global, que é de 43%.

• 74% dos lojistas online brasileiros têm sites responsivos (que se adaptam às telas de smartphones) e adaptados para a experiência de compra móvel - a média global é de 63%.

• Dentre os quase 26% de lojistas que ainda não estão prontos para o comércio via smartphones, 40% garantem que a otimização de seus e-commerces é a prioridade para os próximos 12 meses.

Outras informações interessantes coletadas pela Ipsos:

• 92% dos consumidores brasileiros compram online, contra 95% da média global.

• 60% dos brasileiros compram ou fazem pagamentos online pelo menos uma vez por semana, contra uma média global de 48%.

• 66% dos compradores brasileiros navegam pela internet em seus smartphones à procura de produtos ou serviços pelo menos uma vez por dia, contra uma média global de 56%.

• 70% dos consumidores brasileiros pesquisados da geração Millennial buscam produtos ou serviços por meio de seus smartphones pelo menos uma vez por dia.

• 47% dos brasileiros pesquisados pela Ipsos costumam fazer compras online por dispositivos móveis quando estão na cama, antes de dormir.

• Já 17% dos brasileiros pesquisados que fazem parte da geração Millennial preferem comprar online via smartphone quando estão nas lojas.

• Ainda em relação à geração Millennial brasileira, 20% dos pesquisados pela Ipsos garantem que fazem compras online via smartphone principalmente quando saem com os amigos.

 



 

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IPCA-15 varia 0,71% em janeiro

Em 12 meses, o índice acumula alta de 4,34%, acima dos 3,91% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) apresentou variação de 0,71% em janeiro, 0,34 ponto percentual (p.p.) abaixo da taxa de 1,05% registrada em dezembro. Este é o maior resultado para um mês de janeiro desde 2016, quando o índice foi de 0,92%. Em 12 meses, o IPCA-15 acumula alta de 4,34%, acima dos 3,91% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em janeiro de 2019, a taxa foi de 0,30%.

Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, sete apresentaram alta na passagem de dezembro para janeiro. A maior variação (1,83%) e o maior impacto (0,45 p.p.) ficaram com o grupo Alimentação e bebidas, embora tenha havido desaceleração em relação ao resultado do mês anterior (2,59%). A segunda maior contribuição (0,17 p.p.) veio dos Transportes (0,92%), cuja variação ficou próxima à registrada em dezembro (0,90%). No lado das quedas, o destaque ficou com Habitação (-0,14%), com impacto de -0,02 p.p. no índice de janeiro. Os demais grupos ficaram entre a queda de 0,01% em Artigos de residência e a alta de 0,47% em Despesas pessoais.

A desaceleração do grupo Alimentação e bebidas (1,83%) é explicada principalmente pelo resultado da alimentação no domicílio (2,30%), cuja alta foi inferior à registrada no IPCA-15 de dezembro (3,62%). Contribuíram para isso as carnes, que passaram de uma alta de 17,71% no mês anterior para 4,83% em janeiro. Ainda assim, o item foi responsável pela maior contribuição individual no índice de janeiro, com 0,15 p.p. Itens como as frutas (3,98%) e o frango inteiro (4,96%), por sua vez, aceleraram na comparação com dezembro (1,67% e 2,43%, respectivamente). No lado das quedas, o destaque ficou com a cebola, com -5,43% de variação e impacto de -0,01 p.p. no resultado do mês.

A alimentação fora do domicílio apresentou alta de 0,99%, resultado acima do registrado em dezembro (0,79%), especialmente por conta das altas observadas no lanche (1,30%) e na refeição (1,10%).

No grupo dos Transportes (0,92%), a gasolina, que já havia subido 1,49% em dezembro, apresentou alta de 2,64% e contribuiu com o segundo maior impacto individual no índice do mês, 0,11 p.p. Todas as regiões pesquisadas apresentaram alta nos preços do combustível, que foram desde o 0,58% em Belém até os 4,60% em Fortaleza. Além disso, os preços do etanol e do óleo diesel também subiram (altas de 4,98% e 1,47%, respectivamente).

Ainda em Transportes, a alta do item ônibus urbano (0,30%) foi puxada pelos reajustes de tarifas de 10,00% em Brasília (0,60%), em vigor desde o dia 13 de janeiro, e de 2,32% em São Paulo (0,93%), desde 1º de janeiro. O mesmo percentual de reajuste (2,32%) foi aplicado, na mesma data, também às passagens de trem (0,93%) e metrô (0,93%) em São Paulo. Com isso, os resultados gerais dos dois itens foram de 0,61% e 0,69%, respectivamente. A variação do item táxi (0,28%), por sua vez, decorre do reajuste médio de 2,20% nas tarifas praticadas no Rio de Janeiro (0,85%), válidas desde 2 de janeiro. Por fim, destaca-se o reajuste médio de 14,00% nas passagens dos ônibus interestaduais (2,91%) em Salvador (2,88%), a partir de 5 de dezembro.

A maior variação (-6,45%) e o maior impacto (-0,03 p.p.) negativos no grupo dos Transportes vieram das passagens aéreas, cujos preços haviam subido 15,63% no IPCA-15 de dezembro.

Em Habitação (-0,14%), a deflação observada no mês foi influenciada pela queda no custo da energia elétrica (-2,11%), que apresentou o maior impacto individual negativo (-0,08 p.p.) no IPCA-15. Todas as áreas pesquisadas apresentaram variações negativas, que foram desde o -0,61% em São Paulo até os -4,46% em Fortaleza, onde houve redução da alíquota de PIS/COFINS. Em janeiro, foi mantida a bandeira tarifária amarela, que adiciona na conta de luz R$ 1,343 a cada 100 quilowatts-hora consumidos.

Ainda em Habitação, o resultado do item gás encanado (0,49%) é consequência do reajuste de 2,45% nas tarifas no Rio de Janeiro (1,01%), vigente desde 1º de janeiro. Já no item taxa de água e esgoto (0,25%), destaca-se o reajuste de 18,00% nas tarifas em Belém (16,98%), em vigor desde 14 de dezembro. O gás de botijão, por sua vez, apresentou variação de 0,21%, após reajuste de 5% concedido pela Petrobras no preço do botijão de 13 kg, nas refinarias, no dia 27 de dezembro.

 

 

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Impostômetro da ACSP atinge R$ 2,3 trilhões nesta quinta-feira

Mesmo com a economia fraca, a arrecadação vem com bom desempenho, confirmando mais uma vez, os problemas de finanças públicas no âmbito das despesas

Os brasileiros terão pago R$ 2,3 trilhões em tributos desde o início de 2019. O valor será atingido nesta quinta-feira (5/12), às 11 horas, de acordo com o Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). O número corresponde ao total pago para a União, estados e municípios na forma de impostos, taxas, multas e contribuições.

Em 2018, o painel apontou esse mesmo valor 14 dias mais tarde, em 19/12, mostrando que a arrecadação subiu de um ano para outro. "Mesmo com a economia fraca, a arrecadação vem com bom desempenho, confirmando mais uma vez, os problemas de finanças públicas no âmbito das despesas", diz Marcel Solimeo, economista da ACSP.

Nesse sentido, o economista da ACSP indica como positiva a ideia do governo de fazer modificações no funcionalismo público para poder ter mais eficiência e também reduzir o montante que se gasta com pessoal, que teve crescimento abundante nos últimos cinco anos.

Até o final do ano, a estimativa da entidade é que a arrecadação total chegue a R$ 2,5 trilhões.

O Impostômetro foi implantado em 2005 pela ACSP para conscientizar os brasileiros sobre a alta carga tributária e incentivá-los a cobrar os governos por serviços públicos de mais qualidade. Está localizado na sede da ACSP, na Rua Boa Vista, centro da capital paulista. Outros municípios e capitais se espelharam na iniciativa e instalaram seus painéis. No portal www.impostometro.com.br é possível visualizar valores arrecadados por período, estado, município e categoria.

 

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Mitsubishi Corporation e NTT são os novos investidores da HERE

Novas co-investidoras terão, cada uma, 30% de participação na empresa, que pretende acelerar o crescimento em novos mercados e indústrias

 

A HERE Technologies anunciou hoje a entrada de dois novos investidores na companhia: Mitsubishi Corporation (MC) e Nippon Telegraph and Telephone Corporation (NTT), ambas do Japão, que terão participações de 30% na empresa. 

As companhias estão co-investindo na HERE por meio de sua recém-criada holding COCO Tech Holding B.V., sediada na Holanda. A transação será concluída no primeiro semestre de 2020 e está sujeita à aprovação dos órgãos regulatórios do país. Os detalhes financeiros da operação não serão divulgados, em linha com acordo fechado entre as partes.

A HERE  possui uma plataforma de dados e tecnologia de localização, e fornece um ambiente de desenvolvimento (HERE Workspace), um intercâmbio de informação (HERE Marketplace), a criação de mapas e visualização de mapas (HERE Studio) e um conjunto de serviços de localização (HERE Location Services). Esses recursos são possíveis graças ao Reality Index, uma rica fonte de localização que contextualiza dados e captura relações entre lugares e objetos. A companhia gera mais de 9 mil empregos em 56 países.

“Estamos animados em receber a Mitsubishi Corporation e a NTT como novos investidores estratégicos”, afirma Edzard Overbeek, CEO da HERE Technologies. “Nossas conversas foram muito inspiradoras. Mitsubishi Corporation e a NTT compartilham nossa visão de tornar possível um mundo autônomo para todos, e a crença de que temos habilidade para empregar nossa plataforma de localização para solucionar desafios globais, como o congestionamento nas grandes metrópoles, ineficiência nas cadeias de suprimento e a utilização de recursos sustentáveis, apenas para citar alguns deles. Teremos a honra de desempenhar um papel importante nas iniciativas de digitalização da Mitsubishi Corporation e da NTT. Esse investimento também significa que estamos diversificando a nossa base de acionistas além do setor automotivo, o que é importante em função do apelo e da necessidade da tecnologia de localização em todas as indústrias e áreas geográficas.”

“Acreditamos que o Reality Index da HERE tem um potencial ilimitado”, afirma Takehiko Kakiuchi, President e CEO da Mitsubishi Corporation.

”A colaboração entre a tecnologia de localização da HERE e o panorama atual da MC e NTT vai gerar grandes oportunidades de negócios. Esperamos entregar juntos soluções de valor para todos nossos clientes”, disse Jun Sawada, Presidente e CEO da NTT.

MC e NTT estão adquirindo essa fatia da HERE por meio da compra de novas ações e ações já existentes. A iniciativa está em linha com o objetivo estratégico da companhia.

Quando a transação for concluída, a HERE contará com nove acionistas diretos e indiretos: Audi, Bosch, BMW Group, Continental, Intel Capital, MC, Mercedes-Benz, NTT e Pioneer.

Com os novos investidores japoneses, a HERE contará com estrutura para um crescimento acelerado na região da Ásia e Pacífico. Para apoiar essas ambições regionais em longo prazo, a HERE está em conversas preliminares com MC e NTT para iniciativas estratégias que podem incluir o avanço aos esforços de digitalização de ambas as companhias.

A HERE tem aumentado sua presença na região de Ásia e Pacífico durante os últimos três anos. O compromisso com a região inclui a recente extensão do HERE Workspace em conjunto com uma unidade da HERE Location Services no Japão.

 

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BB é a empresa brasileira mais sustentável do mundo

Título vem do ranking Global 100, divulgado no Fórum Econômico Mundial

Nesta terça-feira, 21, o Banco do Brasil foi reconhecido como um dos bancos mais sustentáveis do mundo, no ranking Global 100, de 2020, da Corporate Knights. O ranking foi divulgado durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça. Após uma rigorosa avaliação de 7.395 empresas, com mais de US$ 1 bilhão de receita, o BB ficou na nona posição entre as 100 Corporações Mais Sustentáveis do Mundo, sendo a única empresa financeira da América Latina a integrar o índice e a empresa brasileira mais bem colocada.

"Este é mais um resultado que coloca o BB em evidência no cenário internacional, demonstrando a relevância do tema e o compromisso de incorporarmos critérios ambientais, sociais e de governança (ESG - Environmental, Social and Governance -, na sigla em inglês) na estratégia e nos negócios do Banco. Os investidores estão cada vez mais atentos aos fatores ESG em suas análises e decisões de investimento", destaca o gerente geral da Unidade Relações com Investidores do BB, Daniel Maria.

A conquista é resultado do trabalho integrado do Banco e se soma a outros reconhecimentos, como fazer parte do Dow Jones Sustentability Index da Bolsa de Nova Iorque nas categorias global e mercados emergentes, o FTSE Good Index Series da Bolsa de Londres e o Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3.

Sobre o Global 100

O Global 100 é um índice anual da Corporate Knights, lançado em 2005, que classifica as empresas pelo desempenho em sustentabilidade, avaliando as dimensões econômica, ambiental e social. O ranking é baseado em dados públicos disponibilizados pelas empresas. A metodologia considera 21 indicadores de desempenho, entre os quais: gestão financeira, de pessoal e de recursos; receita obtida de produtos/serviços com benefícios sociais e/ou ambientais; e desempenho da cadeia de fornecedores.

Do total de 100 empresas do Global 100 em 2020, 49 são da Europa. Os Estados Unidos e o Canadá contam com 29, enquanto 18 empresas são da Ásia. A América Latina tem apenas três membros na lista, todos do Brasil, sendo o BB a única instituição financeira.

 

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Cinco tendências que se destacaram na NRF 2020

  • Publicado em Varejo

Maior feira do mundo do varejo pauta a análise de dados para otimizar os negócios e a automatização

A NRF 2020: Retail’s Big Show, maior feira global do varejo, contou com a participação de lideranças mundiais do setor e a Credz esteve presente para captar as tendências que irão pautar o varejo brasileiro bem como identificar oportunidades que contribuam para atrair, reter e fidelizar os consumidores.

 A análise de dados para a otimização dos negócios foi um dos destaques, além da automatização da jornada do consumidor e das operações. Até impressões 3D voltadas para o ramo gastronômico puderam ser vistas no evento. Abaixo compartilho as principais novidades apresentadas na mostradas na NRF 2020.

 1. Analytics

O grande tema da NRF 2020 foi a utilização dos Analytics e inúmeras soluções de análise de dados foram apresentadas. Dessa forma, o varejista pode entender como aumentar a produtividade do negócio como um todo, seja nos estoques, na loja ou no atendimento ao cliente. É notório o poder transformador da Inteligência Artificial, acompanhada da Machine Learning, Deep Learning e Image Learning. O futuro das máquinas já é uma realidade no mercado chinês e boa parte do mercado americano, com a atuação da Amazon Go, por exemplo. Todas essas ferramentas devem ser utilizadas para ofertar ao cliente uma experiência única e enriquecedora.

 2. Jornada e Experiência

 Uma medida para se aprimorar a experiência do cliente na loja física é lançar mão de soluções tecnológicas que dão total comodidade, e autonomia ao consumidor. O cliente entra na loja identificando-se através do QR Code do app, escolhe o produto, coloca na sacola, sai da loja e pronto. O valor dos produtos é debitado no seu cartão e, em até dois minutos, o recibo é enviado ao seu smartphone sem nenhuma interferência de um funcionário no processo.

 Isso tudo é possível devido à alta tecnologia e centenas de câmeras que acompanham milimetricamente cada movimento do cliente na loja!

 Na luxuosa Neyman Marcus também é possível agendar a utilização dos provadores, ambientados ao gosto do cliente, escolher a música que deseja ouvir na loja e até mesmo pedir apoio de estilistas, pré-selecionando as roupas de seu perfil, elevando ao mais alto nível a experiência dentro da loja.

 3. Automatização

 Dentre as soluções apontadas, a automatização domina. Os insights abrangem todas as etapas e segmentos do negócio varejista, da estocagem ao pós-compra.

 Robôs da empresa Fabric fazem o trânsito dos produtos até as estações de picking nos armazéns, drones fazem a atualização de inventários e planogramas, máquinas percorrem os corredores das lojas, verificando as gôndolas para reposição dos estoques e inventário, ou realizam a organização de estocagem, elevando a eficiência das operações logísticas

 4. Loja física e/ou digital?

 A NRF mostrou que a escolha dos pontos de vendas passará por uma decisão do consumidor. A integração desses canais dará ao cliente comodidade e liberdade para transitar entre eles como bem entender. Comprar na loja e receber em casa. Comprar na internet, provar na loja e receber em casa. E comprar na internet e retirar na loja, por exemplo. Possibilidades que se tornarão ações comuns.

 5. Tecnologia materializando novas ideias

 Empresas como a Texel buscam minimizar o tempo gasto pelo cliente nos provadores dos varejos de moda para evitar sua frustração ao comprar uma peça de vestuário do tamanho errado. E como eles fazem isso? Com o app body measurement que funciona assim: o consumidor, em sua casa, veste uma roupa de ginástica, que é escaneada por um app e faz as medições precisas do seu corpo. A solução impacta não só na praticidade para o cliente, mas na redução de trocas para o varejista.

 Ainda no varejo de moda, tecnologias como a image learning permitem aos clientes tirar ou enviar a foto de uma roupa a um sistema, que procura na base de um varejo uma peça semelhante à desejada pelo consumidor. A ideia é da startup Syte.

Para a área de e-commerce, a Namogoo desenvolveu uma aplicação que evita o surgimento de anúncios de concorrentes, enquanto o consumidor navega nos sites das empresas. A ideia é diminuir a fuga dos clientes no ambiente online.

 Já a Natural Machines, trabalha com a impressão de formas 3D feitas com comida. O alimento passa por uma impressora 3D que deixa um purê de batata em formato de flor, por exemplo. As máquinas têm sido muito vendidas para hospitais, pensando na experiência de quem vai consumir. Estes são apenas alguns exemplos das dezenas de soluções inovadoras apresentadas pelas startups durante a feira.

 A tecnologia que aparentemente era distante, fica cada vez mais próxima das nossas realidades, seja se somos clientes ou varejistas, e vem acompanhada de requintes de simplicidade e genialidade por trás de cada ideia.

 

 

 

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Compliance apresenta benefícios notáveis à gestão pública

Na Quantum Engenharia, a implementação do programa de compliance também é executada com o propósito de garantir que os mais de 450 funcionários atuem de forma adequada aos valores éticos desenvolvidos em quase 30 anos de história

 Embora o conceito ainda gere algumas dúvidas, a execução de compliance apresenta benefícios notáveis à gestão pública, especialmente na prevenção e combate à corrupção e práticas em desconformidade na administração direta e indireta. A inspiração vem de empresas privadas, com a crescente preocupação na conduta ética e na demonstração da regularidade de sua atuação em todas as frentes de trabalho. 

Em Santa Catarina, instituições vêm se adequando à expectativa de maior transparência nas relações público-privadas, principalmente as que possuem relação direta com a atuação pública. Dentre as propostas da reforma administrativa apresentada à Assembleia Legislativa no último ano, esteve a criação da Controladoria Geral do Estado (CGE), que passou a ter as funções de auditoria interna, ouvidoria, transparência e correição; e também a criação da Secretaria de Integridade e Governança (SIG), focada no programa de integridade, na melhoria da governança por meio de ferramentas tecnológicas, e implementação de compliance junto a empresas estatais.

Na Quantum Engenharia, a implementação do programa de compliance também é executada com o propósito de garantir que os mais de 450 funcionários atuem de forma adequada aos valores éticos desenvolvidos em quase 30 anos de história, “demonstrando ao mercado a essência da empresa, que é a qualidade, transparência e confiabilidade em cada atividade desempenhada” explica o presidente da Quantum Engenharia, Gilberto Vieira Filho. Também se evidencia a melhora nos processos internos e no envolvimento de toda a organização para estar em conformidade, mantendo ilesa a sua integridade, assim como de seus colaboradores e da alta administração.

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