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GFT Brasil amplia diretorias de Negócio e anuncia novo COO

Fabricio Vaz e Munir Amar chegam como Diretores de Negócio para liderar vendas e entrega em nova vertical de clientes e Rubem Swensson assume como COO

A GFT, empresa global referência em tecnologias exponenciais para transformação digital e projetos ágeis, anuncia reforços para as suas áreas de Negócios e Operações. As movimentações refletem o processo de expansão da companhia no país, que registrou crescimento de mais de 50% no último ano

Fabricio Vaz chega a GFT como diretor de negócio e será responsável por comandar as atribuições relacionadas a vendas e entregas da nova vertical de clientes da GFT no Brasil. Sob a sua gestão estarão as equipes dos diretores Ana Rosa e o recém-chegado Munir Amar, profissional com mais de 20 anos de experiência em tecnologia, com passagens pela HP Brasil, M2M e Mosane Informática.

De acordo com Vaz, o seu objetivo na liderança executiva é fortalecer a alta gestão da GFT para ampliar volume de negócios, networking no setor financeiro e entregas de valor. "Vamos qualificar muito bem as oportunidades, criando relação de confiança entre os clientes e os profissionais da GFT. Temos o desafio de estabelecer uma gestão cada vez mais eficiente para a nossa carteira de clientes", afirma o profissional, que acumula mais de 25 anos no mercado de TI, passando por instituições financeiras e empresas de TI como Banco Real, Unibanco, CTIS Tecnologia e Resource.

Novo COO na companhia

Outra novidade na GFT Brasil é o retorno de Rubem Swensson ao Brasil, após 3 anos como country manager da GFT Costa Rica. Ele assume a função de COO (Chief Operation Officer) e diretor executivo para projetos internacionais. Com mais de 20 anos de experiência, Rubem Swensson teve vivência em empresas como Integris/Bull, Accenture, OpenLabs (Portugal Telecom). O executivo atuará tanto para a preparação de profissionais da GFT e implementação de processo de Continuous and Scale Learning quanto para a apresentação das capacidades da GFT Brasil para outras regiões onde a empresa se encontra, visando o desenvolvimento de projetos compartilhados

Para Marco Santos, presidente da GFT na América Latina, as movimentações são resultado do processo de expansão contínuo da companhia no país. "Temos construído uma trajetória muito importante de crescimento, a partir de parcerias estratégicas com os nossos clientes, o que nos permitiu registrar crescimento de mais de 50% em faturamento no último ano. Para 2020, temos uma expectativa de expansão de 30% nos nossos negócios e de fortalecer o time para a entrega de projetos ágeis e transformadores", afirma o executivo.

 

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E-commerce fatura mais de R$ 75 bilhões em 2019

O Compre&Confie estima que as compras online gerem faturamento de R$ 90,7 bilhões em 2020, crescimento de 21% em relação a 2019

A crise passou longe do e-commerce durante o ano passado. As vendas realizadas de janeiro a dezembro de 2019 somaram faturamento de R$ 75,1 bilhões, alta nominal de 22,7% em relação ao ano de 2018. As informações são do relatório NeoTrust, que analisa o varejo digital trimestralmente com base em dados coletados pelo Compre&Confie, empresa de inteligência de mercado focada em e-commerce.

De acordo com o estudo, o poder aquisitivo do consumidor não variou significativamente no período: o valor médio das compras realizadas foi de R$ 420,40 (incremento de apenas 0,2% em relação ao ano anterior). Portanto, a alta significativa está relacionada principalmente ao volume de pedidos realizados: em 2019, foram feitas 178,5 milhões de compras, valor que representa aumento de 22,5% em relação a 2018.

O ano de 2019 foi de forte recuperação para o varejo digital. Registramos diversos fatores que impulsionaram o crescimento, com destaque para consolidação do modelo de marketplace no país, maior integração multicanal, além do aumento do número de consumidores que realizaram pelo menos uma compra online.”, afirma André Dias, diretor executivo do Compre&Confie.

Quem compra mais

Ainda segundo o estudo, o público feminino foi responsável por 52,1% dos pedidos de compra feitos no país durante o ano de 2019. Apesar de comprar mais, as mulheres gastaram menos: o gasto médio foi de R$ 371,70 por compra, enquanto os homens gastaram R$ 473,60 em média.

Segmentando todos os consumidores por faixa etária, é possível perceber que os que têm entre 36 e 50 anos realizaram o maior volume de compras (33,6% do total dos pedidos feitos durante o ano). Logo atrás, estão os que têm entre 26 e 35 anos, com 31,8% das compras. Por fim, estão aqueles de até 25 anos (19,5%) e aqueles com mais de 51 anos (15,1%).

Na análise por região, é possível notar que o Sudeste é responsável pela maior parte dos pedidos realizados. Durante o ano de 2019, 66,2% das compras feitas em território nacional vieram desse local. Entretanto, embora o Nordeste ainda represente 11,9% das vendas no e-commerce brasileiro, é a região que apresentou um crescimento maior nas vendas de 2019 em relação a 2018.

Em seguida, estão as regiões Sul (14,1%) e Nordeste (11,9%). Por fim, Centro-Oeste e Norte completam o ranking, com 5,8% e 2% do total de compras realizado, respectivamente.

Número de consumidores únicos aumentou 40,6% em relação a 2018

Outro crescimento importante está no número de consumidores únicos (aqueles que realizaram ao menos uma compra online no ano). Em 2019, este público aumentou 40,6% em relação a 2018, chegando a 31,4 milhões de pessoas.

Em 2020, expectativa é a de que varejo digital movimente R$ 90,7 bilhões

O Compre&Confie estima que as compras online gerem faturamento de R$ 90,7 bilhões em 2020, crescimento de 21% em relação a 2019. O aumento deve estar relacionado tanto ao número de pedidos – que deve ser de 210,8 milhões, aumento de 18% - quanto ao maior gasto dos consumidores. A companhia estima que o tíquete médio deve aumentar 2%, chegando aos R$ 430,00.

“Alguns fatores que explicam o otimismo do brasileiro com o comércio online em 2020 são programas de fidelidade mais atraentes, melhor experiência através de dispositivos móveis e, principalmente, preços extremamente atrativos devido a recuperação econômica e inflação sobre controle”, conclui Dias.

 

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Coronavírus já afeta indústria brasileira, revela FGV

90,5% das empresas de Petróleo apontaram que serão afetadas nos próximos meses

 O coronavírus foi se espalhando pelo mundo e desde janeiro acompanhamos mais de perto a sua evolução. No Brasil, o primeiro caso surgiu no final de fevereiro, mas já no mês seguinte a indústria começou a sentir os efeitos da pandemia. Pesquisa realizada no âmbito das sondagens empresariais e do consumidor, do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV IBRE), mostra que em março quase metade das empresas da indústria (43%) já percebia os efeitos nos negócios, seguidas por comércio (35,4%) e serviços (30,2%).

Na indústria, os segmentos que se mostraram mais afetados pela pandemia no mês foram: Petróleo e biocombustíveis (88,3%) e Química (61,4%). O levantamento aponta que chegaria a afetar 90,5% e 80,2% das empresas desses segmentos nos próximos meses, respectivamente. Para quase todas as empresa de Petróleo (90,7%), a principal causa para esse impacto seria a demanda externa reduzida, e para 83,1% dos produtores químicos seria o fornecimento de insumos importados.

"Os efeitos do coronavírus na economia começaram a ser sentidos em março, mas certamente passa a ser mais forte após o poder público estabelecer as medidas de restrições. Não sabemos ainda qual será o impacto total na economia, pois atinge todos os setores, segmentos e consumidores. O resultado dependerá do tempo que ainda levará para retomar as atividades", analisou Viviane Seda, coordenadora das Sondagens do FGV IBRE e da pesquisa.

Para os próximos meses, 15 dos 19 segmentos têm mais de 50% das empresas dizendo que sofrerá impactos devido ao coronavírus. Entre os que esperam ser mais afetados estão: máquinas e materiais elétricos (91,5%), limpeza e perfumaria (90,2%), informática e eletrônicos (89,4%), couros e calçados (85,9%) e veículos automotores (82,7%) e metalurgia (82%).

A principal preocupação dos empresários, em sua maioria, é com o fornecimento de insumos importados. Nesse quesito, produtores de bens de consumo duráveis são os mais preocupados (86,6%). A questão de paralisação por problemas de saúde foi citada por 23,0% das empresas, tendo maior incidência nos produtos de bens de consumo não duráveis (34,6%).

Curiosamente, empresas do vestuário são as que esperam menor impacto em suas atividades, com apenas 26%. O índice é mais baixo que o indicado por empresários de produtos considerados essenciais como alimentos e farmacêuticos: mais de 40% espera ser impactado pelo vírus.

Feita entre 1º e 25 de março, majoritariamente antes do fechamento das escolas e do comércio, a pesquisa apontava que mesmo antes das restrições mais de 30% das empresas de todos os setores sentiam os efeitos da pandemia. Já para a quase totalidade (81,4%) dos 1700 consumidores consultados entre os dias 1º e 19 de março, iria prejudicar de maneira forte ou moderada a economia.


 

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Capgemini é reconhecida pela colaboração com a HP

Empresa foi vitoriosa no Prêmio ISG Paragon Awards Americas 2019, na categoria Collaboration, por ter apoiado o processo de transformação e de melhora da eficiência da HP Inc

 

A Capgemini anuncia a vitória no prêmio ISG Paragon Americas 2019 na categoria Collaboration (Colaboração) por seu trabalho com a HP Inc. O prêmio reconhece as parcerias mais inovadoras e impactantes do ano, e a Capgemini foi selecionada por ter “um relacionamento de fornecimento mutuamente benéfico entre cliente e provedor".

A HP Inc. trabalhou com a Capgemini para aumentar a motivação da equipe de vendas e a eficiência em suas operações de comercialização. A Capgemini também ajudou a transformar a organização e disponibilizou tecnologia para oferecer um ambiente de compensação de vendas adaptável mais eficaz e eficiente. Os principais benefícios incluem padronização e otimização de processos, redução no custo operacional e entrega pontual dos principais dados de performance de vendas.

“A Capgemini foi um parceiro confiável da HP durante sua transformação. Nos últimos três anos, sua equipe desempenhou de forma consistente as tarefas operacionais, fornecendo o nível certo de controle de qualidade e custo e se adaptando perfeitamente às mudanças da HP. Como resultado, agora estamos mais bem equipados para atender nossos próprios objetivos e apoiar o sucesso da HP”, disse Guillaume Monnier, diretor de Operações de Compensação e Experiência de Vendas da HP Inc.

“Este prêmio representa a forte parceria entre a Capgemini e a HP Inc., e é uma comprovação da nossa bem-sucedida e inovadora abordagem de transformação de TI e operações, sustentada por um espírito de parceria entre as duas equipes, além de uma forte motivação para atingir as metas de negócios”, afirmou Anjali Pendlebury Green, Head Global da Prática de Operações Digitais para Funcionários da unidade de Business Services da Capgemini.

A ISG é uma empresa líder global em consultoria e pesquisa em tecnologia. Os vencedores foram selecionados por um painel independente de especialistas do setor, com vasta experiência em fornecimento e tecnologia, e foram premiados em um jantar de gala no Intercontinental New York Times Square, em Nova York, nos Estados Unidos.

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Arrecadação de impostos do governo pode sofrer uma queda de até 40%

Para o economista da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), Marcel Solimeo, o levantamento do IBPT serve para se ter uma ideia numérica do que pode acontecer nos próximos meses 

Um estudo do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT) aponta que a arrecadação de impostos no Brasil pode sofrer uma queda de até 39,3% em virtude dos impactos do isolamento social recomendado por especialistas e pela própria Organização Mundial de Saúde (OMS) como a forma mais eficaz de combate ao novo coronavírus (Covid-19). Para o economista da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), Marcel Solimeo, o levantamento serve para que se tenha uma ideia numérica do que pode acontecer nos próximos meses.

“São projeções baseadas em algumas hipóteses, mas o cenário de incerteza, como o que estamos atravessando, pode apresentar algumas surpresas. De qualquer forma, é um estudo interessante para que a gente possa ter alguma ideia numérica do impacto das medidas”, pondera Marcel Solimeo, economista da ACSP.

O levantamento considera receitas tributárias da União, dos estados e dos municípios e leva em conta projeção inicial feita pelo IBPT, de R$ 2,8 trilhões em impostos, com base nos dados do orçamento projetados pelo governo.

O IBPT estabeleceu quatro possíveis cenários para o fim do período de isolamento, que começou em 18 de março em muitos estados e determinou o fechamento do comércio de maneira geral, exceto estabelecimentos considerados como serviços e atividades essenciais à população, como supermercados, serviços de saúde, transportes, farmácias e postos de combustíveis, por exemplo.

Pela projeção, se o isolamento for encerrado no fim de abril, a queda na arrecadação será de 26,49%; se for em maio, 32,38%; caso ocorra em junho, 35,35%; na ocorrência de o confinamento ser finalizado apenas em julho, o tombo seria de 39,32%.

“A situação é por demais preocupante, pois os governos estão injetando dinheiro na economia para mitigar os problemas causados pela crise sanitária e a queda sensível de arrecadação, em qualquer dos cenários, causará no mínimo uma recessão”, afirma o coordenador de estudos do IBPT, Gilberto Luiz do Amaral.

O estudo do IBPT aponta ainda as quedas médias por esfera de governo, isto é, federal, estadual e municipal. Além de detalhar os meses de maiores perdas na arrecadação, com destaque para agosto, caso haja um isolamento até o fim de julho, podendo atingir até 70% naquele período.

O levantamento fez também uma estimativa com cálculo de perdas diárias e mensais: se o isolamento acabar em abril, perda média mensal será de R$ 78,01 Bilhões, equivalente a uma perda diária de R$ 2,57 bilhões; em maio, a perda média mensal será de R$ 95,41 Bilhões, equivalente a uma perda diária de R$ 3,14 bilhões; em junho, a perda média mensal sobe para R$ 104,18 bilhões, equivalente a uma perda diária de R$ 3,42 bilhões; em julho, a perda média mensal será de R$ 115,86 bilhões, equivalente a uma perda diária de R$ 3,81 bilhões.


 

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Governo de SP fecha parceria com a Rappi para disseminar informações do Covid-19

Por meio do botão ‘Prevenção’, dentro do próprio aplicativo, usuários passam a acessar todas informações e as medidas de segurança

O Governo de São Paulo e a Rappi anunciam que uniram forças para disseminar conteúdo verdadeiro e oficial de prevenção e combate ao coronavírus. Por meio do botão ‘Prevenção’, na tela inicial do aplicativo, usuários passam a ter acesso simples e confiável a medidas de segurança e orientações diversas. As informações são advindas do site - www.saopaulo.sp.gov.br/coronavirus.

“A iniciativa está em linha com a prioridade absoluta da Rappi – que é a segurança de todos -, e com as demais ações que a companhia já vem adotando”, afirma Sergio Saraiva, presidente da Rappi no Brasil. Dentre os protocolos de segurança implementados pelo superapp estão entrega sem contato, incentivo ao pagamento digital (e não em dinheiro), disponibilização de itens de higienização e desinfetantes aos entregadores parceiros e Personal Shoppers e constante envio de informações e lembretes – seja via email ou push – a todo o ecossistema da companhia.

O conteúdo disponível no botão ‘Prevenção’ conta com material completo com Guias, Cartilhas, Perguntas e Respostas, notícias e um link com todos os vídeos de orientação que foram produzidos até o momento.

“Nesse momento de união, a parceria com uma empresa que presta serviços de excelência, como a Rappi, é fundamental para continuarmos no nosso trabalho diário e incansável de informar a população de forma correta e combater a fake news”, afirma o Secretário de Comunicação do Governo de São Paulo, Cleber Mata.

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CEOs brasileiros se unem contra o coronavírus

Mais de 600 empresas nacionais, com destaque para as startups, já aderiram ao movimento internacional #stopthespread para barrar o avanço do vírus no país

 

Para conter o avanço da Covid-19 pelo Brasil, mais de 600 empresas nacionais aderiram ao #stopthespread, movimento internacional que convida o setor privado a implementar medidas para reduzir a propagação da doença. Criada nos EUA por Rachel Romer Carlson, cofundadora e CEO da Guild Education, unicórnio de tecnologia educacional, a iniciativa já conta com a adesão de mais de 850 CEOs e investidores estadunidenses.

Ao aderirem ao movimento #stopthespread, os empreendedores assumem o compromisso de tomar medidas como adotar o trabalho remoto, sugerir aos funcionários que parem de realizar ou de participar de eventos públicos sociais, oferecer apoio a socorristas e profissionais de saúde (que estão na linha frente no combate à doença) e auxiliar fornecedores e prestadores de serviço autônomos que não podem trabalhar remotamente, pagando por seus serviços, mesmo que eles sejam prestados depois.

Uma das empresas brasileiras participantes do movimento de cooperação é a Track, startup que monitora e gerencia indicadores de experiência de clientes em tempo real, por meio de canais digitais. "Estamos em um momento de resguardo e o melhor a ser feito agora é colocar em prática ações que zelem pela saúde dos nossos colaboradores e incentivá-los a fazer o mesmo, criando uma corrente do bem que beneficie o coletivo", analisa Tomás Duarte, CEO da startup.

Além de Duarte, também aderiram à iniciativa os empreendedores Eduardo L’Hotellier, fundador e CEO do GetNinjas, Rafael Carvalho, COO da HeroSpark, Patrick Negri, CEO da iugu, Rafael Moura, CEO da I wanna sleep, e Guilherme Junqueira, CEO da Gama Academy. 

Poder de liderança e influência 

"Acho importante os empreendedores usarem o seu poder de liderança e a influência para incentivar mais empresários a fazerem o mesmo", explica Junqueira. Além de adotar o modelo de trabalho remoto, a Gama também adaptou todas as aulas presenciais para propiciar o acesso online.

Segundo Patrick Negri, CEO da iugu, o Brasil vive uma fase delicada e o melhor a se fazer no momento é buscar soluções que reduzam o impacto da doença no país. "Além do home office, adotamos ferramentas que otimizam a realização do trabalho em casa e fornecemos instruções de isolamento e higienização a todos os nossos colaboradores", afirma. "Acreditamos que o autocuidado e o pensamento em prol do bem coletivo são os pontos cruciais para conseguirmos superar esse momento crítico", finaliza.

 

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Fujitsu se destaca por iniciativas para redução de impactos ambientais

Lista da entidade britânica, a CDP, classifica empresas que desenvolvem ações em prol do meio ambiente

A Fujitsu, líder em tecnologia da informação e da comunicação, está presente, pelo terceiro ano consecutivo, na lista das 180 grandes empresas que promovem ações em resposta às mudanças climáticas, publicada pela Carbon Disclosure Project (CDP). A CDP é uma organização britânica que apoia a divulgação do impacto ambiental das principais corporações mundiais. A Fujitsu conquistou a classificação mais alta na avaliação de atividades corporativas para a redução de riscos ambientais.

O objetivo da avaliação do CDP é tornar os relatórios ambientais e o gerenciamento de riscos uma norma de negócios e impulsionar a divulgação, o insight e as ações em direção a uma economia sustentável. A entidade internacional, sem fins lucrativos, conduz pesquisas de empresas com ativos totais de investimentos superiores a U$ 96 trilhões, sobre as suas ações em relação às mudanças climáticas. O CDP avalia as organizações quanto à abrangência de sua divulgação, conscientização e gerenciamento de riscos ambientais e demonstração das melhores práticas associadas à liderança ambiental, como o estabelecimento de metas ambiciosas e significativas.

Em maio de 2017, a Fujitsu iniciou um programa ambiental de médio e longo prazo chamado ‘Fujitsu Climate and Energy Vision’, criado para ajudar o grupo a atingir seus objetivos de sustentabilidade. Entre as metas, está o alcance de emissão zero de CO2, até 2050, por meio do uso de Inteligência Artificial e outras tecnologias que suportam a transformação digital.

O grupo também está tomando medidas para mitigar e se adaptar às mudanças climáticas, por meio de suas atividades comerciais. Essas ações contribuem com os esforços na construção de infraestruturas sociais mais resilientes e da criação de uma sociedade descarbonizada. Ao alcançar essa visão, o Grupo Fujitsu visa promover ainda mais respostas às mudanças climáticas, criando uma sociedade próspera e sustentável.


 

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Atividade do comércio tem alta de 3,1% em fevereiro, aponta Serasa

  • Publicado em Varejo

Vendas de tecidos, vestuário, calçados e acessórios impulsionaram o crescimento no segundo mês do ano
 

Os dados do Indicador de Atividade do Comércio da Serasa Experian revelaram que fevereiro de 2020 registrou alta de 3,1% no comparativo com o mesmo mês do ano anterior. O valor foi impulsionado pelos setores de tecidos, vestuário, calçados e acessórios (7,5%) e supermercados hipermercados, alimentos e bebidas (6,7%). Apesar da variação positiva no comparativo ano a ano, este foi o menor crescimento anual desde outubro de 2019.

 Segundo o economista da Serasa Experian, Luiz Rabi, “esta desaceleração percebida em relação aos últimos meses se deve à redução dos efeitos do saque do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço, liberados no fim de 2019. Os setores que apresentaram maior crescimento em fevereiro podem ter sido impactados pelas vendas de Carnaval, que foi realizado mais cedo do que no ano passado”.

Vendas por segmentos: em fevereiro/20, a venda de móveis, eletrodomésticos, eletrônicos e informática apresentou crescimento de 5,0%, enquanto os itens para reformas e construção registraram alta de 2,3% com relação ao mesmo período de 2019. Veículos, Motos e Peças e Combustíveis e Lubrificantes tiveram queda no mês.   

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Coronavírus: especialistas analisam impactos e riscos jurídicos para empresas

Gestores devem prestar atenção aos contratos, às regras de governança, à divulgação de informações aos investidores e aos aspectos trabalhistas, entre outros focos

 

Os impactos políticos e econômicos provocados pelo novo coronavírus (ou Covid-19) no Brasil e no mundo já podem ser mensurados, mas estão longe de uma contabilidade final. O ainda crescente número de casos registrados globalmente obriga administradores a analisarem a extensão e a profundidade desses impactos sob diversos aspectos.

Para o sócio de Arbitragem e Contencioso do Cescon Barrieu Advogados, Carlos David Albuquerque Braga, os impactos nos contratos são um relevante ponto de atenção nesse ambiente. Para uma boa gestão, a administração da companhia deve saber a quais riscos está exposta no presente momento. Discussões sobre coberturas de seguros, caso fortuito, força maior, onerosidade excessiva, revisão e até rescisão dos contratos certamente entrarão na pauta do dia a dia das empresas.

Todos os tipos de contrato estão na lista de alerta, segundo Braga, inclusive contratos com administração pública, que podem ser impactados por possíveis obrigações adicionais. A manutenção do equilíbrio dos referidos contratos pode estar vinculada a questionamentos sobre custo de implementação das medidas e das recomendações de interesse público.

Quando a questão é governança, a recomendação às companhias abertas é sobre a importância e necessidade de ficar atento ao nível de disclosure que deverá ser adotado por administradores em suas atividades de supervisão e orientação geral. "É essencial estar atento à responsabilidade dos administradores de companhias abertas diante da obrigação de prestar informação clara e objetiva aos seus investidores", explica Carlos Augusto Siqueira, sócio do Cescon Barrieu em Mercado de Capitais, Societário e Governança Corporativa. "A regulamentação da CVM imputa aos administradores de companhias abertas o dever de comunicar imediatamente à bolsa e ao mercado eventos que possam influir na decisão dos investidores de vender ou comprar valores mobiliários emitidos por ela", completa Siqueira.

Comunicação de fatores de risco

Com a aproximação do período de divulgação de informações obrigatórias anuais e do primeiro trimestre, as companhias devem avaliar se a comunicação de seus fatores de risco é suficiente para informar o investidor sobre o possível impacto que o novo coronavírus poderá ter em seus resultados, e também como disponibilizar essa informação de forma correta, verdadeira e precisa. Diante disso, o desafio é atualizar o mercado de forma completa e robusta com base nas informações existentes até o momento, evitando alarmismo.

Para isso, o recomendável é que a companhia faça uma análise profunda dos possíveis cenários e impactos, e também avalie cuidadosamente o que deve e precisa ser objeto de divulgação, considerando inclusive as eventuais ações que adotou - ou venha a adotar - para mitigar os impactos identificados no curto, médio e longo prazo.

Já para a área Trabalhista, a sócia Gisela Freire ressalta que é importante as empresas adotarem uma política de saúde e de segurança do trabalho clara e específica, sem prejuízo do que regem as normas e restrições impostas pelo Poder Público, considerando o cenário de uma epidemia que pode ser transmitida no ambiente de trabalho ou em função do trabalho.

Eventuais alterações de regras de ordem pública vão cobrar dessas empresas uma rápida adaptação aos termos, e deverão estar atentas para fazer esse movimento com agilidade. Já para as empresas privadas, metas de vendas e critérios de pagamento de bônus, por exemplo, também devem ser afetados e, por isso, precisam ser considerados em função do contexto e do melhor interesse de todos os stakeholders.

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