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Novo cartão da Leroy Merlin parcela compras em até 30 vezes

Com design moderno, o Celebre! Oferece crédito rápido e limite extra de até três vezes mais do que o limite já disponível para compra

O cartão está com novo design, permite acesso ao crédito com rapidez e sem burocracia

Com um design moderno, o novo cartão de crédito ‘Celebre!’ é o primeiro do varejo a ser lançado com o nome na vertical e tem uma aparência clean. A inovação é fruto da parceria entre a Leroy Merlin e o Banco Cetelem.

Além da repaginada estética, que se adequa às transformações constantes que a Leroy Merlin busca para oferecer as melhores experiências aos seus Clientes,  o  novo ‘Celebre!’ traz vantagens e comodidades exclusivas como: aprovação rápida, realizada no momento da compra pelo assessor de venda; parcelamento na Leroy Merlin em até 30 parcelas fixas; limite extra de até 3 vezes mais do que o limite já disponível para compra, para utilizar nas compras parceladas feitas nas Lojas, pelo aplicativo ou pelo Market Place da rede e; desconto de 5% na primeira compra em qualquer loja Leroy Merlin.

O ‘Celebre!’ conta ainda com seis datas de vencimento disponíveis para a escolha do Cliente, e dependendo da data da compra e do vencimento da fatura, será possível pagar as compras em até 45 dias.

Com o novo cartão de crédito ‘Celebre!’, a Leroy Merlin estará junto com os Clientes em diversos outros momentos importante de sua vida. Seja no passeio do final de semana, nas compras do supermercado ou na feira, o Celebre! poderá ser aceito em qualquer estabelecimento ou ponto comercial e ainda oferece ofertas especiais em lojas on-line parceiras. Confira no site: https://www.cetelem.com.br/ofertas

Além disso, o cartão faz parte do programa Mastercard Surpreenda, que beneficia os Clientes com acúmulo de  pontos que depois podem ser trocados. São ofertas em gastronomia, entretenimento, serviços, compras e mais (consulte mais informações no site do programa). https://surpreenda.naotempreco.com.br/

Para completar, os clientes tem à sua disposição os canais de atendimento como o App Cetelem (Android e IOS), Cetelem online, Whatsapp e atendimento telefônico com atendentes especializados, caso necessário, para diversos serviços como: avaliação emergencial de crédito, consulta dos limites, desbloqueio do cartão, a facilidade do recebimento da fatura digital, dentre outros. “O novo cartão ‘Celebre!’ busca atender os Clientes de forma simples e integrada, com crédito rápido, se tornando um facilitador na vida de nossos Clientes, além de oferecer diversos canais de atendimento e melhorando a experiência de compra na Leroy Merlin, comenta Tadeu Arvelos, Diretor da Relação Cliente Leroy Merlin Brasil.

Adquira seu cartão ‘Celebre!’

Para solicitar o novo cartão é muito simples: basta comparecer em alguma loja física da Leroy Merlin e apresentar um documento original de identificação com foto e CPF, que sua proposta será avaliada!

Parceria de sucesso

O Banco Cetelem, que atua no Brasil há mais de 20 anos e há mais de 65 anos na Europa, tem uma plataforma de soluções de crédito completa, com opção de cartões de crédito, Crediário, Empréstimo Consignado e Financiamento de Automóveis e Seguros. Fazemos parte de um dos maiores grupos financeiros do mundo que oferece condições justas e flexíveis, e está sempre ao lado dos melhores parceiros para levar realizações a um número cada vez maior de pessoas. Ser parceiro também significa confiar que atuaremos sempre com respeito e responsabilidade aos clientes da Leroy Merlin.

“A parceria com a Leroy Merlin nos consolida como Banco líder de concessão de crédito no segmento de Construção Civil. Com essa parceria, vamos somar forças e oferecer produtos de crédito para os nossos clientes, sem burocracia e de uma forma simples, melhorando a jornada de quem vende e compra”, declara Antônio Nuno Verças, presidente do Banco Cetelem.

 

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Plataforma de fintech oferece empréstimo entre pessoas

Sem lucrar com juros, o Bullla inaugura um novo mercado, permitindo maiores ganhos para quem investe e menor custo para quem precisa de crédito

A primeira plataforma do país que permite o empréstimo direto entre pessoas, sem intermediação bancária, está oficialmente no ar. Aprovada pelo Banco Central em setembro de 2019, a fintech Bullla é a primeira a operar no formato SEP (Sociedade de Empréstimo entre Pessoas), possibilitando aos tomadores de empréstimos acesso a taxas mais atrativas do que as disponíveis atualmente no mercado e, aos investidores, a possibilidade de melhores retornos.

Como ocorre em aplicativos de transporte ou locação de imóveis, como o Airbnb, o Bullla segue o modelo de relacionamento direto entre pessoas, conhecido no mundo da tecnologia pelo termo em inglês “peer to peer”. Por isso, operadores do mercado já enxergam a plataforma como o “Uber” do mercado financeiro.

Nele, quem precisa, consegue solicitar empréstimos com as melhores taxas para o seu caso, já que a avaliação é individual. Para poder participar basta que os interessados não estejam com restrições financeiras no mercado. Quando os dois lados se encontram e concordam, o match ocorre e a transação é feita. Todos os juros pagos pelo tomador vão diretamente para o investidor, eliminando o spread bancário do mercado tradicional.

O aplicativo já está disponível para download nas lojas da Apple e Android, e as transações também podem ser realizadas no site www.bullla.com.br. Lá os usuários podem fazer simulações para entenderem as possibilidades e benefícios que a plataforma oferece.

 

Sem intermediação bancária

Diferentemente de outras plataformas que existem no mercado, o Bullla é o único que não possui uma instituição financeira intermediando e formalizando os empréstimos entre pessoas. A plataforma é, em si, a instituição financeira – e não lucra com juros. A remuneração do negócio acontece pelo pagamento do serviço de análise de crédito, busca de investidor e formalização dos contratos.

Em seu processo pioneiro, viável graças à mudança nas normas do Banco Central, o aplicativo ajuda a avaliar aqueles interessados em empréstimo e conectá-los a investidores que tenham poupança e buscam uma rentabilidade maior.

Os interessados em obter empréstimo são classificados conforme um rating (AAA até C), e o investidor pode escolher para que perfil de tomador ele deseja emprestar. Os valores para concessão do empréstimo variam entre R$ 1 mil e R$ 5 mil, em até 12 parcelas.

Marcelo Villela, co-fundador do Bullla, possui uma trajetória consolidada e reconhecida no mercado financeiro como ex-presidente da Losango e ex-diretor do Bradesco e HSBC. Com o novo modelo de negócio, viu a possibilidade de inovar, empoderando as pessoas para a construção de uma comunidade em torno de seus interesses financeiros. “Estamos criando um mercado completamente novo, tendo as pessoas como protagonistas”, afirma Villela.

Segundo ele, assim como já ocorreu em países como EUA e Inglaterra, o modelo deverá crescer rapidamente, em um mercado estimado de R$ 300 bilhões.

 

 

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Mercado secundário de debêntures tem recorde de ativos líquidos em dezembro

O avanço puxou para cima a média mensal de ativos líquidos em 2019, que totalizou 46 debêntures, ante 25 em 2018

O número de debêntures consideradas líquidas no mercado secundário alcançou recorde em dezembro de 2019. De acordo com a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), as 84 séries registradas no período representam o maior resultado mensal desde 2012. Em relação a novembro, por exemplo, houve alta de 38%. O avanço puxou para cima a média mensal de ativos líquidos em 2019, que totalizou 46 debêntures, ante 25 em 2018. São considerados líquidos os ativos que têm, em média, um negócio por dia, volume de R$ 1 milhão negociado por dia e que passam pelo menos a metade do mês em negociação.

 Os títulos com remuneração atrelada ao DI e ao DI + spread foram os responsáveis por boa parte desta alta. As debêntures indexadas ao DI consideradas líquidas passaram de sete, em novembro, para 17 séries, em dezembro, enquanto os papéis atrelados ao DI + spread saltaram de três para 13. Esse crescimento está relacionado ao ajuste dos preços dos papéis em novembro, quando o IDA-DI (índice da Anbima que mede o desempenho das debêntures remuneradas pelo DI) registrou queda de 0,07%. O movimento de adaptação nos preços dos papéis promoveu retomada da demanda por parte dos investidores no mês seguinte, aumento no número de negócios e valorização de 0,43% no IDA-DI.

Mais informações sobre ativos líquidos e outras estatísticas do mercado secundário estão disponíveis nos Indicadores REUNE, publicação mensal da Anbima.

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Cinco dicas de investimento para a aposentadoria

Segundo especialista, é necessário criar uma carteira de investimentos variada para obter bons resultados no futuro

 

Com a Reforma da Previdência, que estabeleceu novas regras para a aposentaria, os brasileiros vêm buscando cada vez mais alternativas que lhes proporcione uma vida confortável na terceira idade. Perto ou longe de se aposentar, as opções para rentabilizar o dinheiro são muitas. Para te ajudar a montar uma carteira de investimentos que atenda às suas expectativas futuras, o professor de finanças do ISAE Escola de Negócios (www.isaebrasil.com.br), Pedro Salanek, listou cinco dicas para quem está ingressando agora no mercado de investimentos.

 

1 – Planejamento

 

Para ter geração de renda no futuro, é preciso se planejar no presente. Para começar, o especialista indica pensar em quanto de renda você quer ter durante a aposentadoria para, a partir disso, buscar aplicações financeiras que rentabilizem seu dinheiro. “É preciso alinhar o momento que você ganha com o momento que você gasta”, aponta Salanek. “Como você sempre vai estar consumindo, uma parte da sua renda precisa ser direcionada para o consumo no presente e uma parte para o consumo no futuro, que é a famosa poupança, ou seja, uma reserva para compor a aposentadoria”, detalha ele.

 

Neste caso, o perfil e as necessidades de cada pessoa vão apontar o percentual de dinheiro que será poupado: se você conseguir economizar 50% do seu salário, ótimo. Caso suas condições atuais te permitam poupar apenas de 10% ao mês, também está tudo bem, o importante é buscar alternativas de investimento que estejam alinhadas às suas necessidades.

 

2 – Variar os investimentos

 

Talvez você já tenha ouvido o ditado: “a gente nunca deve colocar todos os ovos na mesma cesta”. É exatamente sobre isso que se baseia a elaboração da carteira de investimentos. O professor de finanças aconselha a não acreditar em apenas um tipo de investimento, mas sim buscar compor um cenário ideal de rentabilização, mesclando investimentos de baixo, médio e alto risco. “Na hora de elaborar o planejamento financeiro, é preciso analisar todas as características de risco envolvidas”, comenta. “Como estamos falando em aposentadoria, a tendência é que a maior parte deste capital seja direcionado para os investimentos de baixo e médio risco e uma pequena parcela aos de alto risco”, completa o especialista.

 

3 – Não ter medo

 

Quando o brasileiro fala em guardar dinheiro, ele pensa muito mais na segurança de ter esse dinheiro reservado do que no ganho em si. Isso explica porque vemos muitas pessoas deixando o dinheiro apenas na poupança, uma aplicação que proporciona bastante segurança, entretanto baixíssima rentabilidade. Para o especialista, o que deve ser considerado é o quanto você consegue guardar relacionado a sua expectativa de quanto quer ter no futuro. “É necessário que as pessoas pensem qual o seu apetite ao risco, quem topa correr mais riscos mostra que é um investidor mais preocupado com rentabilidade”, aponta.

 4 – Aplicações de baixo e médio risco

 

O tesouro direto é uma alternativa bastante conhecida e recomendada, pois traz percentuais interessantes a médio e longo prazo, com rentabilidade superior à poupança e baixo índice de risco. Além disso, é um investimento fácil de ser feito, pois não requer alto nível de conhecimento em finanças. “O Tesouro Direito é uma ótima opção para quem ainda tem medo de arriscar, mas quer começar a investir”, diz Salanek. “Lembrando que aplicações em imóveis a longo prazo também podem ser interessantes”, complementa.

 

5 – Aplicações de alto risco

 

O mercado de ações, por exemplo, é uma alternativa de alto risco interessante para quem quer começar a investir agora, com cotas mensais baixas, e gerar um bom retorno no futuro. “Lembrando que para investir nesse mercado é preciso estar bem assessorado, já que além dos investimentos contínuos é preciso ter um conhecimento prévio para avaliar o momento que você deve sair de uma aplicação e migrar para outra”, aconselha o professor.

 

Neste caso, ter ou não esse conhecimento é uma das características que devem ser avaliadas na hora de montar a carteira de investimentos. “Um fato interessante é que o mercado de risco moderado e agressivo vem ganhando cada vez mais adeptos. Dois indicadores mostram isso de forma muito clara: o alto número de brasileiros que investem em bolsas de valores e a pontuação da Bovespa, que ultrapassou os 100 mil pontos”, completa Salanek.

 

 

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Volume de debêntures negociado no mercado secundário cresce 174% em dois anos

Levantamento da Anbima mostra ainda que avançou 77% o montante de papéis passíveis de negociação nesse ambiente

O volume de debêntures negociado no mercado secundário avançou 174% em dois anos. De acordo com levantamento da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais(Anbima), o montante passou de R$ 36,1 bilhões, de janeiro a novembro de 2017, para R$ 99 bilhões no mesmo período de 2019.

 O crescimento resulta da mudança do perfil de negociação desses papéis, estimulada pela baixa taxa de juros e pela demanda maior dos investidores por instrumentos de crédito privado.  Esse movimento contribuiu para que o volume de debêntures passíveis de negociação no mercado secundário, ou seja, aquelas que não estão encarteiradas pelos bancos coordenadores das ofertas públicas, passasse de R$ 180 bilhões, em novembro de 2017, para R$ 319 bilhões, em novembro de 2019, um avanço de 77%. A quantidade de papéis também cresceu 33% no período, de 742 para 1.005 ativos.

 “De 2017 para cá, as debêntures ganharam fôlego por uma série de motivos, como os sucessivos cortes na Selic desde o fim de 2016, que incentivaram os investidores a buscar mais rentabilidade em outros produtos. Também vale destacar a menor atuação do BNDES no financiamento de empresas, o que aumentou a demanda das companhias de se financiarem via mercado de capitais. Além disto, foi ampliada a base de investidores com a maior oferta de debêntures incentivadas emitidas pela Lei 12.431”, explica José Eduardo Laloni, vice-presidente da Anbima.

 Com o boom das debêntures, os fundos de investimento passaram a ter maior participação na distribuição das ofertas públicas destes produtos, uma vez que começaram a focar em estratégias dedicadas aos ativos de crédito privado. Até novembro de 2019, os fundos absorveram 52% do montante total das ofertas, enquanto as instituições ligadas aos emissores ficaram com 37% do volume dos papéis. Em 2017 (ano completo), essa relação era similar, de 55% contra 35%, e em 2015 (ano completo) o cenário era o oposto: a maior parte das ofertas (63%) foi direcionada às instituições coordenadoras e a menor (23%) para os fundos de investimentos.

 “No passado, os investidores queriam comprar, mas não tinha papel no mercado. E quando tinha, havia a preocupação de não conseguir vendê-lo no secundário. A queda na participação dos intermediários nas ofertas propicia mais ativos elegíveis à negociação, o que impulsiona o crescimento de operações e, consequentemente, traz maior liquidez”, afirma Laloni.

 O giro, ou seja, a relação de volume negociado sobre o estoque em mercado, também mostrou elevação, especialmente nas debêntures incentivadas. Estes papéis registraram giro de 48% em 2019 (novembro) contra 33%, entre janeiro e novembro de 2017; seguidos das debêntures remuneradas pelo DI (27%) e das indexadas ao IPCA e sem isenção (24%).

 Iniciativas da Anbima

A Anbima tem uma série de iniciativas com objetivo de fomentar o mercado secundário de crédito privado. Umas delas é a divulgação diária de preços de CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários) e CRAs (Certificados de Recebíveis do Agronegócio), que começou em setembro deste ano. “Essa divulgação auxilia na formação de preços e impacta a liquidez deste mercado, a exemplo do que aconteceu com as debêntures”, explica Laloni.

 

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Sompo Seguros inaugura filial no Mato Grosso do Sul

Seguradora, que conquistou market share em ramos como Automóvel, Transporte e Benfeitorias; tem expectativa de aumentar a participação com as oportunidades do mercado local de seguros

 A Sompo Seguros S.A., empresa do Grupo Sompo Holdings – um dos maiores grupos seguradores do mundo – como parte de sua estratégia de expansão de mercado nas diferentes regiões em que atua, investiu em uma filial em Campo Grande (Av. Prof. Luiz Alexandre de Oliveira, 919 - Bairro Vivenda do Bosque). A nova unidade foi estruturada para dinamizar ainda mais o atendimento aos corretores de seguros e segurados, além de intensificar a presença para viabilizar soluções que atendam às necessidades específicas dos clientes do Estado.  

 "A Sompo fez um trabalho bastante significativo nos anos recentes para conquistar market share no Mato Grosso do Sul. Só em 2019, algumas linhas de negócios apresentaram crescimento acima de 30%. No segmento de Transporte, por exemplo, nossa carteira cresceu 19,6% até novembro de 2019, já detemos 15% e estamos entre as líderes do mercado local. Outro ponto é que o setor de seguros está em franco crescimento no Estado e trabalhamos para ampliar ainda mais nossa participação na região em 2020", destaca Marcelo Araújo Braz, diretor da Sompo Seguros para Minas Gerais e Região Centro Oeste. "Nossa atuação muito próxima de nossos parceiros de negócios, os corretores de seguros, também tem auxiliado bastante para que possamos apresentar as soluções de seguro que melhor atendem ao segurados sul-mato-grossenses", observa o executivo.

 Entre os segmentos em que a Sompo teve destaque está o de Benfeitorias, no qual a companhia apresentou um crescimento exponencial de 57,6% até novembro de 2019. A companhia já é tradicional e está entre as líderes nesse ramo, que é voltado a atender produtores rurais e garante a indenização por danos em equipamento agrícolas. "A Sompo expandiu seu portfólio e lançou recentemente dois produtos de seguro agrícola. Isso potencializa ainda mais as oportunidades, principalmente num estado como o Mato Grosso do Sul, em que cerca de 30% do PIB é gerado pelo Agronegócio", avalia Braz.  

 Outro ramo em que a companhia teve destaque foi de Automóvel, com 32,6% de crescimento até novembro de 2019. A Sompo lançou neste ano o Auto Sompo, a mais recente solução em termos de seguro de veículos da companhia. Desenvolvido para atender a um aumento na demanda por produtos de fácil contratação, que atendam a diferentes necessidades, o Auto Sompo é um produto moderno e flexível, de aceitação simples, que traz um processo ágil para a cotação e emissão de apólice. O produto vem com mais amplitude na aceitação de veículos de passeio e carga (nacionais e importados), limites de coberturas, flexibilização dos percentuais da FIPE e adequação e simplificação das franquias.

 "O Auto Sompo é um dos exemplos dos investimentos que foram feitos em tecnologia e capital humano para garantir um processo de cotação rápida em um produto flexível e adequado a atender a diferentes perfis de público. Com isso, a aderência no Mato Grosso do Sul aumentou substancialmente", afirma Adriano Dal Jovem, gerente da Filial Campo Grande da Sompo Seguros. "Com o incremento no portfólio, nas coberturas e novos recursos para melhorar ainda mais a experiência do cliente, nossa perspectiva é de crescimento. Além dos ramos já citados, vimos que o Mato Grosso do Sul tem perspectiva de aumento na demanda por seguros Empresariais e de Vida, só para citar algumas das linhas de negócio das quais dispomos", conclui Dal Jovem

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Sicoob inova em pagamento instantâneo por QR Code

Uma operação com cartão de crédito custa, em média, 2,41% para o empresário, enquanto que com o SicoobPay esse valor cai para 0,8% e 0,6% para as empresas que também ofereçam o pagamento por meio da Sipag, a máquina de cartões do Sicoob

 O pagamento por QR Code é uma tendência mundial. No Brasil, alguns aplicativos de delivery e pagamentos já utilizam a tecnologia. Além disso, o Banco Central vem conduzindo projeto para criação de mais essa alternativa em meios de pagamento com previsão de início dos testes a partir de nov/2020.

 Diante desse cenário, o Sicoob anuncia o lançamento para o 1º semestre de 2020 da solução que irá aprimorar a experiência dos pagadores e recebedores: o SicoobPay. Trata-se da primeira solução de meios de pagamento do mercado a oferecer o pagamento instantâneo sem a necessidade de vínculo com o tradicional e conhecido “cartão”; com linhas de crédito incluindo opção sem juros; possibilidade de parcelar compras; e taxas de desconto bem menores para o recebedor.

 Henrique Vilares, presidente do Conselho de Administração do Sicoob, comenta que mais uma vez a instituição sai na frente, disponibilizando sua solução com um ano de antecedência ao projeto oficial do órgão regulador e com modelo de negócio totalmente inovador e disruptivo. “Criamos um modelo de negócio que conecta diretamente os pagadores e recebedores, sem intermediários, unindo a oferta justa e automatizada de crédito, o pagamento instantâneo e o uso do QR Code para efetivação da transação”, afirma Henrique.

 Uma operação com cartão de crédito custa, em média, 2,41% para o empresário. Com o SicoobPay esse valor cai para 0,8% e 0,6% para as empresas que também ofereçam o pagamento por meio da Sipag, a máquina de cartões do Sicoob, e o recurso é disponibilizado ao recebedor instantaneamente. “Isto se tornará possível porque a cooperativa será a única instituição necessária para efetivar o pagamento, independente se na modalidade crédito ou débito”, informa Francisco Reposse Júnior, Diretor de Desenvolvimento e Supervisão do Sicoob.

 Segundo o Diretor de Tecnologia do Sicoob, Antônio Vilaça Junior, o SicoobPay foi criado em apenas 3 meses, utilizando metodologias ágeis de desenvolvimento integrando os times de TI e negócios na criação de algo transformador no mercado de meios de pagamento. Toda a solução está embarcada no app Sicoob, principal canal de relacionamento na instituição e utilizado por quase 3 milhões de pessoas. “O grande desafio será manter a solução disponível durante todo o ano, 24h por dia, 7 dias da semana. Já iniciamos os testes e brevemente a solução será disponibilizada para toda a rede Sicoob”, informa Vilaça.

 As empresas que quiserem utilizar o SicoobPay não precisam, obrigatoriamente, ser correntistas do Sicoob. Mas a funcionalidade apresenta vantagens para os cooperados: como prazo mais ágil para recebimento e custo menor. O cadastro para utilização da solução será feito diretamente no aplicativo do Sicoob (disponível nas lojas virtuais), de forma simples, intuitiva e com aprovação imediata para iniciar o recebimento.

 Inicialmente, apenas correntistas do Sicoob poderão utilizar o SicoobPay para efetuar pagamentos. O cooperado terá três opções: pagamento com saldo em conta corrente; crédito pré-aprovado sem juros com pagamento em até 20 dias; e crédito parcelado com juros abaixo do que é praticado pelo mercado e por outros meios de pagamento. As opções estarão disponíveis direto no aplicativo e poderão ser selecionadas com apenas “um clique”.

 Henrique ressalta que o SicoobPay é mais uma opção de pagamento/recebimento para cooperados e empresas e o objetivo não é acabar com outras formas de pagamento. “Atendemos em regiões com públicos muito específicos e diferenciados. Em alguns municípios, o uso do cheque, por exemplo, ainda é muito forte. Continuaremos a expansão da rede de atendimento da Sipag, nossa máquina de cartões. A empresa que disponibilizar o pagamento por meio das duas opções terá melhores condições”.

 Saques em estabelecimentos comerciais:

Em breve, por meio do SicoobPay também será possível aos cooperados fazerem saques em estabelecimentos comerciais. “A ideia é que comércios com grande volume de dinheiro no fluxo de caixa diário sejam remunerados por transação para permitirem saque por meio do nosso aplicativo. Isso vai gerar rentabilidade para a empresa, reduzir risco com a sangria do dinheiro de caixa e ampliará nossa rede de atendimento”, destaca Vilaça. O percentual do repasse ainda está sendo estudado.

 

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