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Certisign realiza renovação totalmente on-line dos Certificados Digitais

Medida ajuda usuários a manterem a quarentena no cenário atual de pandemia, possibilitando que as empresas deem continuidade a suas rotinas 


Com o intuito de desacelerar e reduzir os índices de infecção do novo Coronavírus no país, diversos governos estaduais decretaram que estabelecimentos (exceto aqueles que fornecem produtos ou serviços essenciais) fechassem as portas temporariamente, obedecendo a determinação da quarentena. Entretanto, apesar das ruas vazias, muitas empresas continuam funcionando normalmente com colaboradores em home office -- ou, mesmo que estejam inoperantes no momento, ainda têm de continuar relacionando-se com o fisco ou assinando documentos e contratos. 

Diante deste cenário, a Certisign, empresa que atua como Autoridade Certificadora, tornou possível a renovação de Certificados Digitais totalmente online. Com esta medida, tanto os titulares dos Certificados Digitais de Pessoa Física como Jurídica poderão fazer todo o processo de renovação sem sair de casa, em segurança, desde que o Certificado Digital deles seja elegível a este processo. 

"Poupar clientes e colaboradores de saírem de suas casas neste momento crítico tem sido uma prioridade para nós, ao mesmo tempo em que entendemos que pessoas e empresas continuam precisando dar continuidade em suas rotinas, sem colocar em risco a saúde de seus colaboradores e o seu negócio", comenta Gustavo Klein, Gerente de Comunicação e Customer Experience da Certisign. 

Segundo Klein, as empresas podem aproveitar este momento, também, para ampliar o uso do Certificado Digital. "Muitos empresários e empreendedores não sabem, mas o Certificado pode ser usado para assinar documentos à distância. Ele funciona como uma assinatura de próprio punho com valor jurídico previsto na legislação, mas, para isso, ele precisa estar válido. Ou seja: negócios podem continuar sendo fechados mesmo sem a presença física e sem vai e vem de documentos. Com o uso do Certificado, tudo é realizado on-line".

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Boston Consulting: empresas devem reforçar medidas de segurança no home office

Com a pandemia, consultoria estima que mais de 300 milhões de pessoas no mundo estejam trabalhando remotamente e indica ações para gerenciar os riscos cibernéticos neste cenário

 

O Boston Consulting Group (BCG), em conjunto com Bureau of Labor Statistics dos Estados Unidos, estima que mais de 300 milhões de pessoas ao redor do mundo estejam trabalhando remotamente devido à pandemia da Covid-19. Porém o grande volume de dados em operação e a mudança de comportamento da força de trabalho em larga escala podem gerar implicações indesejadas na cibersegurança das empresas.

Entre os riscos associados a esse novo momento, o BCG aponta, por exemplo, os reflexos de ataques de cibercriminosos por meio, por exemplo, de anúncios ou anexos de e-mail com promessa de medicamento contra a Covid-19, muitas vezes aparentemente endereçados por organizações legítimas, como os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos e a Organização Mundial de Saúde.

Os ataques também se valem de técnicas de engenharia social para direcionar os funcionários para malwares que podem ser usados para coletar senhas de acesso a sistemas de pagamento, registros pessoais, dados pessoais de clientes, propriedade intelectual e outras informações estratégicas da companhia. Um alerta para esses riscos pode medido pelos registros de domínios com a designação Covid-19 desde janeiro. De acordo com o BCG, cibercriminosos usam esses nomes de domínio para se disfarçar como sites legítimos de informação da Covid-19.

Para gerenciar os riscos do trabalho remoto e evitar uma crise de segurança em meio à pandemia, o BCG indica alguns pontos de atenção para as áreas de tecnologia da informação:

• Avaliar a estrutura de TI - As empresas devem garantir que os colaboradores possuam dispositivos adequados e que as conexões às redes da empresa aconteçam por meio de redes virtuais privadas (VPNs). Algumas companhias têm enfrentado gargalos de capacidade, devido ao rápido aumento da demanda;

• Proteger aplicativos e dispositivos dos colaboradores - Entre as medidas adotadas para garantir a segurança cibernética das operações, o BCG aponta, por exemplo, a criptografia e instalação de firewalls nos dispositivos, a proteção do acesso aos sistemas e a verificação regular das respostas aos ataques cibernéticos;

• Incorporar a cibersegurança nos planos de continuidade do negócio - Os planos de continuidade de negócios devem incluir disposições de segurança cibernética em várias dimensões, desde o acesso em situações de emergência ao treinamento para equipes, passando pela comunicação com os funcionários e eventual readequação de planos;

• Informar a força de trabalho sobre os riscos de segurança - Além das considerações técnicas, o treinamento em segurança cibernética e as iniciativas de conscientização são fundamentais para reduzir o risco de ataques;

• Estabelecer protocolos o trabalho seguro - A velocidade e a escala da transição para o trabalho remoto criam vários riscos de segurança para uma organização, e o suporte técnico é a primeira linha de defesa;

• Incorporar a cibersegurança na gestão da crise - Revise os planos de gestão de crises cibernéticas adaptando-os para as implicações de segurança da Covid-19;

• Atualize medidas de segurança e acesso - Profissionais que lidam com dados confidenciais são particularmente críticos, mas geralmente menos familiarizados com a tecnologia e seus riscos. Em alguns casos, é necessário limitar acessos e reforçar a segurança para minimizar os riscos.

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Pesquisa revela que 51% dos brasileiros não fazem backup de seus dados

Levantamento da Avast mostra que mais da metade dos brasileiros não faz backup, porque não acredita que seus dados ou arquivos sejam importantes o suficiente

A Avast (LSE: AVST), líder global em produtos de segurança digital, realizou uma pesquisa online para conscientizar sobre a importância da segurança dos dados, especialmente neste Dia Mundial do Backup (31/3). Os resultados da pesquisa revelam que 51% dos brasileiros não fazem backup dos seus dados ou arquivos, arriscando a perda de informações, caso sejam destruídos ou excluídos.

 Motivos pelos quais não fazem backup dos seus dados

Dentre os brasileiros que não fazem backup dos seus dados, 36% afirmam que não possuem dados ou arquivos importantes o suficiente para fazê-lo. Outras razões apontadas foram:

35% não sabem como fazer backup dos seus dados
23% querem fazê-lo, mas esquecem
11% querem fazê-lo, mas não têm tempo

Como os brasileiros fazem o backup dos seus dados

Dentre os brasileiros que fazem backup dos seus dados, 51% fazem o armazenamento em nuvem, 43% em um disco rígido externo, 23% em uma unidade flash/USB, 17% fazem backup do seu telefone no PC e 5% fazem backup em uma unidade de armazenamento em rede. Quando questionados com que frequência fazem o backup dos seus dados, os brasileiros disseram:

Pelo menos uma vez por mês: 43%
Continuamente: 12%
A cada 1 a 6 meses: 19%
A cada 6 a 12 meses: 18%
Menos frequentemente do que anualmente: 8%


 iPhone vs. proprietários de Android

Com relação aos proprietários de telefones iPhone e Android, os números são os mesmos: seis em cada dez fazem o backup dos seus dados. A frequência com que fazem o backup varia, sendo que 57% dos usuários do iPhone fazendo backup dos dados pelo menos uma vez por mês, enquanto entre os usuários do Android esse percentual é de apenas 43%. Além disso, 14% dos proprietários do iPhone afirmam fazer backup continuamente, já esse percentual entre os proprietários do Android é de 16%.

 Os métodos que os usuários do iPhone e Android aplicam para fazer backup dos seus dados variam pouco:

 As razões compartilhadas por proprietários dos dispositivos Android e iPhone por não fazerem backup, também variaram um pouco. Os proprietários de iPhone parecem pensar que os seus dados são um pouco mais valiosos do que os proprietários do Android. Apenas 27% dos proprietários do iPhone não fazem backup porque não consideram os seus dados importantes, contra 32% dos proprietários do Android que pensam o mesmo. A porcentagem de proprietários de smartphones que não sabem como fazer backup dos seus dados não varia muito entre os proprietários de iPhone e Android, com 32% e 30% alegando não saber, respectivamente. Os proprietários do iPhone são um pouco mais esquecidos quando se trata de fazer backup dos seus dados, com 32% esquecendo de fazê-lo, em comparação com os proprietários do Android, dentre os quais 23% esquecem de fazer backup. Quando se trata de não ter tempo para fazer backup, 14% dos proprietários de iPhone e 11% dos proprietários de Android alegaram esse motivo.

 Consequências de falha no backup

A perda de dados pode ser causada pela exclusão acidental das próprias informações, danos e falhas de hardware, além de malware, tornando-se irrecuperáveis dados tão valiosos como fotos, vídeos, documentos e mensagens, para sempre. O ransomware e outros malwares, como os wipers, podem criptografar ou destruir completamente os arquivos, e não há garantia de que possam ser descriptografados se um resgate for pago. Entre 15 de fevereiro e 15 de março de 2020, o Avast protegeu 7.659 brasileiros de 46.534 tentativas de ataques de ransomware. Os três principais tipos de ransomware durante esse período foram WannaCry, VirLock e Xorist.

 "Os resultados são surpreendentes, especialmente a quantidade de pessoas que não fazem backup dos seus dados e arquivos, e a quantidade de usuários que não sabem como fazê-lo. Pode ser que muitos não estejam cientes de que estão fazendo backup, como isso pode estar acontecendo automaticamente, em segundo plano, no entanto, outros podem realmente não estar fazendo backup, pensando que isso não vale a pena. Perder documentos, fotos e vídeos pessoais pode ser uma experiência dolorosa, mas ela não é até que isso aconteça e as pessoas passem a perceber o quão valioso o backup é realmente", diz Luis Corrons, Evangelista de Segurança da Avast. "É importante fazer backup dos dados regularmente, mantendo as memórias capturadas, seja na forma de fotos ou vídeos, seguras e protegidas".

 Luis Corrons compartilha as seguintes dicas sobre a melhor forma de fazer o backup de dados:

Faça backup em dois locais

Quando se trata de fazer o backup de dados, são necessários muitos cuidados. Se algo acontecer com o backup, tudo poderá ser perdido. Portanto, é recomendável fazer o backup dos dados em dois locais diferentes, como um na nuvem e outro no armazenamento físico - como um disco rígido externo.

 Desconecte

Os discos rígidos externos devem ser desconectados após a realização do backup, a fim de protegê-los de malware como o ransomware, que pode se espalhar do computador para os dispositivos conectados.

 Faça backup automaticamente

A maioria dos serviços de armazenamento em nuvem oferece uma opção de backup automático, o qual é recomendável ativar, para que o backup de dados seja armazenado e protegido automaticamente.

 Pesquisa on-line entre 1.369 usuários da Avast e AVG, de 20 de fevereiro a 4 de março de 2020.

 

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