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Número de unicórnios cresce no Brasil, diz estudo da KPMG

Contando com nove startups bilionárias, país ganha destaque no mercado global. As entrantes, juntas, captaram mais de US$ 1 bilhão em rodadas de Venture Capital só em 2019.

 

O Brasil já conta com nove unicórnios, com três surgidos em 2018, cinco em 2019 e um em 2020. Os cinco novos unicórnios nacionais surgidos no ano passado colocaram o país, pela primeira vez, entre os três que mais criaram startups bilionárias no ano, segundo o relatório "Corrida dos Unicórnios", produzido pela Distrito com apoio da KPMG.

Outro dado relevante é que juntos, os unicórnios brasileiros captaram mais de US$ 1 bilhão em rodadas de Venture Capital só em 2019, uma média de mais de US$ 100 milhões por empresa. Na verdade, 2019 foi um ano recorde em todos os sentidos neste mercado: 27 países já contam com unicórnios.

"Para uma startup de tecnologia de capital fechado atingir valor de mercado de US$ 1 bilhão, e ser considerada unicórnio, é preciso receber expressivas injeções de capital. As taxas de juros mais baixas em vários países do mundo tornaram investimentos tradicionais menos atrativos e incentivaram a tomada de riscos maiores, o que ajuda a explicar a disponibilidade crescente de investidores", afirma Robson Del Fiol, sócio-diretor Head of Emerging Giants da KPMG no Brasil.

De acordo com a pesquisa, nunca houve tanto investimento no mercado de inovação, startups e venture capital como hoje no Brasil. Os casos de sucesso são cada vez mais comuns e os empreendedores surgem com capacidade crescente ofertando produtos e serviços usados diariamente por milhões de brasileiros.

Decacórnio brasileiro

A maioria das startups brasileiras é B2B, mas os unicórnios são primariamente B2C. Entre os brasileiros, já há o caso de um decacórnio, título reservado apenas às startups avaliadas em mais de US$ 10 bilhões.

Nesta categoria, só há outros 22 casos no mundo. Na média, os unicórnios brasileiros levaram seis anos para atingir esta marca, mas há o caso de uma startup que precisou de menos de um ano e meio de operação para chegar no valor de mercado bilionário.

O relatório destacou ainda que, em âmbito global, se apenas três novos unicórnios surgiram em 2013, em 2019 foram 127. A evolução do volume investido em venture capital também impressiona, passando de US$ 36 bilhões em 2009 para US$ 287 bilhões em 2019.

Apesar disso, menos de 1% das startups que recebem investimentos de venture capital chegam ao valor de mercado bilionário, e várias quebram mesmo depois disso. De acordo com o relatório, quase metade (50%) dos unicórnios estão nos Estados Unidos e um quarto (25%) estão na China.

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Sistema de vendas online da fintech EBANX ajuda a manter fluxo de caixa de pequenas empresas

Solução EBANX Beep permite a venda de vouchers de produtos e serviços. Assim, pequenos comércios e profissionais autônomos podem enfrentar melhor o período de quarentena devido à pandemia.



Buscando dar uma alternativa a comerciantes que estarão fechados ao público durante a quarentena, o EBANX – fintech com atuação na América Latina que recentemente tornou-se unicórnio – lançou nesta semana uma forma rápida de lojistas venderem online, o EBANX Beep, com uma funcionalidade que comporta a venda de vouchers para produtos e serviços. O objetivo principal é ajudar os negócios que estão sem fluxo de caixa durante a época de quarentena no país.

Pequenos comércios e profissionais autônomos como personal trainers, manicures, diaristas e confeiteiros, entre outros, poderão comercializar vouchers usando a nova funcionalidade, e definir a troca desses vouchers pelos produtos ou serviços. As datas para a troca serão informadas pelos próprios vendedores.

"Desenvolvemos essa possibilidade com a intenção de facilitar as vendas de pequenos estabelecimentos e profissionais autônomos neste momento delicado. Com ela, conseguimos conectar esses vendedores às pessoas que podem e querem ajudar", afirma André Boaventura, sócio e CMO do EBANX.

Além de montar a loja virtual, os vendedores também poderão contar com o processamento de pagamentos do EBANX Pay, automaticamente disponibilizado dentro da plataforma. Cartões de crédito de todas as bandeiras serão aceitos com possibilidade de parcelamento, além de boleto bancário, e a liquidação pode ser feita quinzenalmente.

Montar a loja na plataforma é um processo simples, que não exige a presença de um programador. A adesão ao sistema é feita de forma online e, em poucos minutos, já é possível começar a cadastrar os artigos, sejam eles produtos, serviços ou os próprios vouchers.

"A plataforma é uma opção para esses vendedores estarem no mundo digital, dando a eles mais visibilidade e oportunidades de negócio, além de promover a inclusão digital dos comércios em geral", completa Boaventura.

Apenas três etapas são necessárias para criar a loja no EBANX Beep. O vendedor deve acessar o site www.ebanxbeep.com e preencher o cadastro inicial. Depois, é preciso enviar informações como RG (ou CNPJ), comprovante de endereço e conta corrente (que devem estar no mesmo nome do titular do RG ou CNPJ). Na sequência, ele já pode começar a cadastrar os itens que deseja vender online -- num processo que pode ser concluído em poucos minutos.

 

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Hub Fintech dobra o faturamento em 2019 e quer crescer ainda mais este ano

Empresa se consolida como referência on stop shop no mercado de meios de pagamento 

A Hub Fintech, referência em White Label Bank para o mercado B2B2C, que oferece soluções para conta digitais, recebíveis e pagamentos corporativos, anuncia que dobrou o faturamento em 2019 em relação a 2018. Este é o sexto ano consecutivo que a empresa registra um crescimento de 100%. Para este ano, a projeção é crescer ainda mais.

 Durante o período, a companhia processou R$ 6 bilhões nas operações envolvendo as mais de 4 milhões de contas digitais ativas as quais gerencia em seus mais de 25 grandes clientes, entre eles a 99, o Mercado Pago, a Avec e a Recarga Pay. “Nossa meta é chegar a 6 milhões de contas ativas este ano, a partir de novas parcerias e da criação de serviços inovadores”, diz Alexandre Brito, CEO da Hub Fintech.

 “Criamos uma arquitetura de soluções modulares que incluem serviços financeiros, open banking, processamento, autorização, loyalty e empréstimos especialmente desenvolvidos para serem diferentes do que é commodity. Por isso investimos alto e constantemente em novas tecnologias que realmente agreguem um diferencial ao negócio dos nossos clientes”, comenta ele.

 Em 2019, a Hub Fintech anunciou um investimento de R$ 15 milhões no desenvolvimento de tecnologias, para aumentar em 10 vezes sua capacidade de processamento. “Dessa forma, estamos prontos para atender à crescente demanda de empresas de tecnologia, varejistas, marketplaces, e companhias que atuam com serviços financeiros e mobilidade, com uma capacidade de escala nunca vista antes no mercado de meios de pagamento”, garante.

 Ainda no ano passado, com um investimento que deve totalizar R$ 20 milhões nos próximos meses, a Hub Fintech lançou a solução, Hub Benefits, e passou a atuar no segmento de cartões de benefícios PAT (Programa de Alimentação e Refeição). “Com essa oferta, os clientes não precisam investir em infraestrutura e operação, pois contamos com uma infraestrutura própria e única no mundo que atende de ponta a ponta o processo que envolve os cartões de benefícios, desde a impressão e personalização, o embossing, até o processamento das informações, o suporte aos usuários, e toda a segurança que isso requer, e no modelo White Label. Assim, garantimos capacidade, rapidez, flexibilidade, escalabilidade, inovação e inteligência aos projetos”.

 Atualmente, grandes varejistas já estão aceitando os cartões da fintech, entre elas as redes de alimentação Mundo Verde, Taco Bell, Pizza Hut, KFC e também o supermercado, Carrefour. A meta da empresa é fechar em breve convênios de aceitação com os 15 maiores supermercadistas e as 20 principais rede de fast food, e firmar parcerias com as empresas que irão distribuir seus cartões, como já acontece com o banco digital Social Bank.

 Além disso, a Hub Fintech inovou ao lançar o serviço de Saque no Varejo. Os usuários dos cartões das contas digitais gerenciadas pela empresa poderão contar com a opção de utilizar os caixas do varejo para sacar dinheiro, com tarifas reduzidas. “Com isso, os varejistas podem atrair um número de consumidores ainda maior, levando em consideração nossos mais de 4 milhões de usuários”. Outra vantagem será a redução de custos com a chamada sangria de caixa, termo utilizado para definir a retirada de valores do caixa para levá-los a um local mais seguro. “Nosso serviço permitirá dar vazão aos pagamentos recebidos em dinheiro, reduzindo a demanda com aluguel de carros fortes para o transporte de quantias, e ainda contribuindo para diminuir os riscos de assalto”.

 Alexandre Brito comenta que a meta para este ano é consolidar a Hub Fintech como uma grande player de soluções e serviços para os chamados Super Apps, que são aplicativos que têm a proposta de resolver todo e qualquer tipo de questão, e que vêm ganhando força no Brasil. “Nossa expertise em White Label Bank nos possibilitou ter toda a capacidade para atuar como uma engrenagem para os Super Apps, sendo a parceira única de todas as tecnologias e serviços de meios de pagamento que eles precisam para se destacar e oferecer diferenciais competitivos aos seus clientes”.

 Ainda este ano, a Hub Fintech lancará novos serviços e tecnologias para continuar dobrando de tamanho.

 e quer ser a engrenagem tecnológica para os Super Apps

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