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Governo de SP fecha parceria com a Rappi para disseminar informações do Covid-19

Por meio do botão ‘Prevenção’, dentro do próprio aplicativo, usuários passam a acessar todas informações e as medidas de segurança

O Governo de São Paulo e a Rappi anunciam que uniram forças para disseminar conteúdo verdadeiro e oficial de prevenção e combate ao coronavírus. Por meio do botão ‘Prevenção’, na tela inicial do aplicativo, usuários passam a ter acesso simples e confiável a medidas de segurança e orientações diversas. As informações são advindas do site - www.saopaulo.sp.gov.br/coronavirus.

“A iniciativa está em linha com a prioridade absoluta da Rappi – que é a segurança de todos -, e com as demais ações que a companhia já vem adotando”, afirma Sergio Saraiva, presidente da Rappi no Brasil. Dentre os protocolos de segurança implementados pelo superapp estão entrega sem contato, incentivo ao pagamento digital (e não em dinheiro), disponibilização de itens de higienização e desinfetantes aos entregadores parceiros e Personal Shoppers e constante envio de informações e lembretes – seja via email ou push – a todo o ecossistema da companhia.

O conteúdo disponível no botão ‘Prevenção’ conta com material completo com Guias, Cartilhas, Perguntas e Respostas, notícias e um link com todos os vídeos de orientação que foram produzidos até o momento.

“Nesse momento de união, a parceria com uma empresa que presta serviços de excelência, como a Rappi, é fundamental para continuarmos no nosso trabalho diário e incansável de informar a população de forma correta e combater a fake news”, afirma o Secretário de Comunicação do Governo de São Paulo, Cleber Mata.

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Fusões e aquisições têm crescimento acima do recorde histórico em 2019

O país subiu da sexta para a quarta posição entre os principais destinos de investimentos estrangeiros no mundo em 2019

Nas últimas semanas duas grandes consultorias divulgaram os números de fusões e aquisições no Brasil em 2019 e suas projeções para 2020. Ambas apontaram crescimento acima do recorde histórico e fizeram previsões de crescimento ainda maior em 2020. Dados divulgados pela Conferência das Nações Unidas para o Comércio e Desenvolvimento (Unctad) ajudam a confirmar a tendência: o país subiu da sexta para a quarta posição entre os principais destinos de investimentos estrangeiros no mundo em 2019 e recebeu US﹩ 75 bilhões em recursos externos, contra US﹩ 60 bilhões em 2018.

Diversos fatores contribuem para esse movimento, segundo o advogado Eduardo Gonzaga Oliveira de Natal, mestre em Direito do Estado pela PUC e especialista em Estratégicas Societárias e Sucessórias pela FGV, sócio do escritório Natal & Manssur. "O baixo valor da nossa moeda faz o preço dos ativos ser muito atrativo para os investidores. Outro ponto é o arrefecimento da economia internacional, o que desvia o foco para países como o Brasil. Sem falar no nosso mercado consumidor, de mais de 200 milhões de pessoas", avalia.

"A Reforma da Previdência, a MP da Liberdade Econômica, a previsibilidade de haver uma reforma administrativa e as privatizações são movimentos que também reforçam a confiança do investidor estrangeiro no Brasil e atraem negócios", complementa o advogado George Leandro Luna Bonfim, especialista em assessoria para fundos de Private Equity e Venture Capital em operações de compra e venda de empresas no Brasil, e que também atua no escritório Natal & Manssur.

Segundo ele, duas áreas são bastante promissoras para consolidação: construção civil, em crescimento acelerado desde o ano passado, e o setor imobiliário. "A previsão é que 2020 seja melhor ainda".

Antes do M&A, a lição de casa

Nesse contexto, os especialistas alertam: é preciso estar preparado e contar com uma consultoria para iniciar um processo de M&A.

"Levando em conta que as médias e pequenas empresas estão, preferencialmente, na mira dessa tendência, é muito importante o empresário brasileiro fazer a lição de casa e colocar a casa em ordem, antes mesmo que se inicie a due dilligence", pontua Eduardo Natal. O trabalho é complexo e envolve análises de contingências civis, trabalhistas, tributárias, regulatórias, previdenciárias, além da projeção do que pode vir a ser um problema, em função das boas práticas ou não. "O empresário que não se prepara, em geral, se frustra com a precificação após a due dilligence, porque o valor cai muito dependendo das contingências".

Para George Bonfim, fazer um raio x da empresa não é relevante apenas para a precificação, mas também para traçar uma estratégia correta de futuro. "O empresário tem que saber que tipo de investidor ele quer. Se deseja apenas um fundo de investimento para crescer e se manter na gestão ou busca um parceiro estratégico para desenvolver o negócio no Brasil. Se está pensando em sair do negócio e como quer fazer a passagem desse bastão. Entender onde a empresa está e saber o que ela quer para o negócio é crucial para uma operação bem-sucedida", afirma.

A recomendação, portanto, é se antecipar e saber que a operação é complexa e pode levar mais tempo do que se espera. "A operação de M&A é bastante complexa e não ocorre em 30 ou 60 dias. Muitas vezes a empresa precisa passar por um estágio de saneamento, de auditoria financeira, jurídica, fiscal, precisa entender os estágios do processo. Se tentar atropelar as etapas e queimar a largada, terá sérios problemas lá na frente", finaliza Bonfim.

 

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Mitsubishi Corporation e NTT são os novos investidores da HERE

Novas co-investidoras terão, cada uma, 30% de participação na empresa, que pretende acelerar o crescimento em novos mercados e indústrias

 

A HERE Technologies anunciou hoje a entrada de dois novos investidores na companhia: Mitsubishi Corporation (MC) e Nippon Telegraph and Telephone Corporation (NTT), ambas do Japão, que terão participações de 30% na empresa. 

As companhias estão co-investindo na HERE por meio de sua recém-criada holding COCO Tech Holding B.V., sediada na Holanda. A transação será concluída no primeiro semestre de 2020 e está sujeita à aprovação dos órgãos regulatórios do país. Os detalhes financeiros da operação não serão divulgados, em linha com acordo fechado entre as partes.

A HERE  possui uma plataforma de dados e tecnologia de localização, e fornece um ambiente de desenvolvimento (HERE Workspace), um intercâmbio de informação (HERE Marketplace), a criação de mapas e visualização de mapas (HERE Studio) e um conjunto de serviços de localização (HERE Location Services). Esses recursos são possíveis graças ao Reality Index, uma rica fonte de localização que contextualiza dados e captura relações entre lugares e objetos. A companhia gera mais de 9 mil empregos em 56 países.

“Estamos animados em receber a Mitsubishi Corporation e a NTT como novos investidores estratégicos”, afirma Edzard Overbeek, CEO da HERE Technologies. “Nossas conversas foram muito inspiradoras. Mitsubishi Corporation e a NTT compartilham nossa visão de tornar possível um mundo autônomo para todos, e a crença de que temos habilidade para empregar nossa plataforma de localização para solucionar desafios globais, como o congestionamento nas grandes metrópoles, ineficiência nas cadeias de suprimento e a utilização de recursos sustentáveis, apenas para citar alguns deles. Teremos a honra de desempenhar um papel importante nas iniciativas de digitalização da Mitsubishi Corporation e da NTT. Esse investimento também significa que estamos diversificando a nossa base de acionistas além do setor automotivo, o que é importante em função do apelo e da necessidade da tecnologia de localização em todas as indústrias e áreas geográficas.”

“Acreditamos que o Reality Index da HERE tem um potencial ilimitado”, afirma Takehiko Kakiuchi, President e CEO da Mitsubishi Corporation.

”A colaboração entre a tecnologia de localização da HERE e o panorama atual da MC e NTT vai gerar grandes oportunidades de negócios. Esperamos entregar juntos soluções de valor para todos nossos clientes”, disse Jun Sawada, Presidente e CEO da NTT.

MC e NTT estão adquirindo essa fatia da HERE por meio da compra de novas ações e ações já existentes. A iniciativa está em linha com o objetivo estratégico da companhia.

Quando a transação for concluída, a HERE contará com nove acionistas diretos e indiretos: Audi, Bosch, BMW Group, Continental, Intel Capital, MC, Mercedes-Benz, NTT e Pioneer.

Com os novos investidores japoneses, a HERE contará com estrutura para um crescimento acelerado na região da Ásia e Pacífico. Para apoiar essas ambições regionais em longo prazo, a HERE está em conversas preliminares com MC e NTT para iniciativas estratégias que podem incluir o avanço aos esforços de digitalização de ambas as companhias.

A HERE tem aumentado sua presença na região de Ásia e Pacífico durante os últimos três anos. O compromisso com a região inclui a recente extensão do HERE Workspace em conjunto com uma unidade da HERE Location Services no Japão.

 

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