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Caminhão itinerante do Serasa chega a Osasco

No total, o veículo rodará mais de 18 mil km pelas estradas brasileiras

 O Serasa Consumidor, startup e braço da Serasa Experian, liga os motores do caminhão itinerante – agora equipado com 10 painéis solares para a produção da própria energia – possibilitando acessos e serviços de forma gratuita para os consumidores. 

 A jornada, que começou em São Paulo e passará por mais 40 cidades até dezembro, fica em Mogi das Cruzes entre os dias 28 de janeiro a 01 de fevereiro na Praça Antônio Menck. Em novembro de 2019, a cidade indicava que 270.815pessoas estavam endividadas.        

No total, o veículo rodará mais de 18 mil km pelas estradas brasileiras. Em seus dois primeiros anos, o caminhão possibilitou o atendimento de mais de 200 mil pessoas que puderam consultar seu CPF; conhecer e entender sua pontuação de crédito com o Serasa Score,além de simular e/ou contratar empréstimos no comparador de crédito online Serasa eCred.         

Esse ano, além de todos esses serviços, a expectativa é ainda maior, já que agora terá uma grande novidade: os consumidores que visitarem o caminhão terão acesso a renegociações de dívidas atrasadas e/ou negativadas com empresas parceiras do Serasa Limpa Nome Online e poderão sair de lá com o boleto de pagamento em mãos.    

Em 2020, o caminhão terá uma grande novidade: além de todos os serviços oferecidos, o consumidor terá a oportunidade de conhecer um programa que apresenta oportunidade de renda extra. A Sumup, fintech de meio de pagamentos, promoverá treinamentos para quem quiser se tornar um novo consultor de vendas para suas maquininhas, com remuneração a cada transação realizada.  

"A SumUp existe para colaborar com o crescimento dos microempreendedores, de forma que essas pessoas tenham acesso a tecnologias de pagamento que facilitem o recebimento por vendas de produtos e serviços prestados, com segurança, rapidez e taxas justas. Estamos felizes por fazer parte de uma ação importante de educação financeira como o projeto Serasa Itinerante, no qual, teremos a oportunidade de dividir conhecimentos e formar novos consultores da fintech em todas as regiões do país, preparando essas pessoas para que possam alcançar a mudança de vida que desejam",  afirma Fabiano Camperlingo, CEO da SumUp no Brasil.          

As 10 cidades escolhidas são: Imperatriz, Maringá, Arapiraca, Diadema, Maracanaú, Itabuna, Camaçari, Dourados, Itajaí e Feira de Santana.

"O objetivo desse projeto é possibilitar o acesso à informação e aos serviços gratuitos que a Serasa oferece, principalmente para pessoas que não possuem facilidade de acesso à internet. No primeiro ano, mostramos que a negociação da dívida é o primeiro passo para a melhoria da saúde financeira. No segundo ano, levamos educação financeira para que a taxa de reincidência de endividamentos diminuísse. Este ano temos 3 novos objetivos: tornar o projeto dos consumidores, de modo que teremos 10 cidades escolhidas por voto popular, fazendo dele um projeto ainda mais sustentável através da produção da própria energia e possibilitar que os consumidores tenham acesso a uma forma de renda extra, que é um dos principais fatores de inadimplência.", afirma Giresse Contini, gerente do Serasa Consumidor.  
 

Atualmente, o Serasa conta com 46 empresas parceiras entre bancos, cartões de crédito, operadoras de telefonia e TV por assinatura como: Ipanema, Tribanco, Porto Seguro, Itaú, Claro, NET, Recovery e Vivo. As negociações com elas são possíveis no caminhão itinerante, nas agências Serasa por todo o Brasil e pelo site do Serasa Limpa Nome.  

 

"Com a iniciativa, o Serasa Consumidor aumenta sua proximidade com a população, atendendo presencialmente sem custos e levando informação, que é o primeiro e mais importante passo para o início de uma vida financeira saudável. Além disso, temos ciência de que empoderar pessoas para terem o domínio e conhecimento de seu histórico financeiro é o caminho para um futuro mais confortável economicamente. A falta de tempo ou acesso à internet não podem se tornar empecilhos para que o cidadão tenha acesso à informação de qualidade", finaliza Giresse.      
 
Destinos 

Além de Osasco, o caminhão visitará também: Sorocaba, Diadema, Curitiba, Florianópolis, Porto Alegre, Blumenau, Itaja, Maringá, Dourados, Campo Grande, Cuiabá, Goiânia, Uberlândia, Brasília. Palmas, Imperatriz, Belém, São Luís, Teresina, Fortaleza, Maracanaú, Natal, João Pessoa, Recife, Maceió, Arapiraca, Aracaju, Feira de Santana, Salvador, Camaçari, Itabuna, Vitória, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Gonçalo, Duque de Caxias e São Carlos. 

 

Obs.: As cidades ou as datas de visita poderão mudar sem aviso prévio. 

   

AGENDA: Caminhão Itinerante Serasa - Osasco

Data: De 28 de janeiro a 01 de fevereiro.

Horário: 8h às 18h. 

Local: Praça Antônio Menck - Centro (Bicicletário) – Osasco.

        

 

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IPCA-15 varia 0,71% em janeiro

Em 12 meses, o índice acumula alta de 4,34%, acima dos 3,91% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) apresentou variação de 0,71% em janeiro, 0,34 ponto percentual (p.p.) abaixo da taxa de 1,05% registrada em dezembro. Este é o maior resultado para um mês de janeiro desde 2016, quando o índice foi de 0,92%. Em 12 meses, o IPCA-15 acumula alta de 4,34%, acima dos 3,91% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em janeiro de 2019, a taxa foi de 0,30%.

Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, sete apresentaram alta na passagem de dezembro para janeiro. A maior variação (1,83%) e o maior impacto (0,45 p.p.) ficaram com o grupo Alimentação e bebidas, embora tenha havido desaceleração em relação ao resultado do mês anterior (2,59%). A segunda maior contribuição (0,17 p.p.) veio dos Transportes (0,92%), cuja variação ficou próxima à registrada em dezembro (0,90%). No lado das quedas, o destaque ficou com Habitação (-0,14%), com impacto de -0,02 p.p. no índice de janeiro. Os demais grupos ficaram entre a queda de 0,01% em Artigos de residência e a alta de 0,47% em Despesas pessoais.

A desaceleração do grupo Alimentação e bebidas (1,83%) é explicada principalmente pelo resultado da alimentação no domicílio (2,30%), cuja alta foi inferior à registrada no IPCA-15 de dezembro (3,62%). Contribuíram para isso as carnes, que passaram de uma alta de 17,71% no mês anterior para 4,83% em janeiro. Ainda assim, o item foi responsável pela maior contribuição individual no índice de janeiro, com 0,15 p.p. Itens como as frutas (3,98%) e o frango inteiro (4,96%), por sua vez, aceleraram na comparação com dezembro (1,67% e 2,43%, respectivamente). No lado das quedas, o destaque ficou com a cebola, com -5,43% de variação e impacto de -0,01 p.p. no resultado do mês.

A alimentação fora do domicílio apresentou alta de 0,99%, resultado acima do registrado em dezembro (0,79%), especialmente por conta das altas observadas no lanche (1,30%) e na refeição (1,10%).

No grupo dos Transportes (0,92%), a gasolina, que já havia subido 1,49% em dezembro, apresentou alta de 2,64% e contribuiu com o segundo maior impacto individual no índice do mês, 0,11 p.p. Todas as regiões pesquisadas apresentaram alta nos preços do combustível, que foram desde o 0,58% em Belém até os 4,60% em Fortaleza. Além disso, os preços do etanol e do óleo diesel também subiram (altas de 4,98% e 1,47%, respectivamente).

Ainda em Transportes, a alta do item ônibus urbano (0,30%) foi puxada pelos reajustes de tarifas de 10,00% em Brasília (0,60%), em vigor desde o dia 13 de janeiro, e de 2,32% em São Paulo (0,93%), desde 1º de janeiro. O mesmo percentual de reajuste (2,32%) foi aplicado, na mesma data, também às passagens de trem (0,93%) e metrô (0,93%) em São Paulo. Com isso, os resultados gerais dos dois itens foram de 0,61% e 0,69%, respectivamente. A variação do item táxi (0,28%), por sua vez, decorre do reajuste médio de 2,20% nas tarifas praticadas no Rio de Janeiro (0,85%), válidas desde 2 de janeiro. Por fim, destaca-se o reajuste médio de 14,00% nas passagens dos ônibus interestaduais (2,91%) em Salvador (2,88%), a partir de 5 de dezembro.

A maior variação (-6,45%) e o maior impacto (-0,03 p.p.) negativos no grupo dos Transportes vieram das passagens aéreas, cujos preços haviam subido 15,63% no IPCA-15 de dezembro.

Em Habitação (-0,14%), a deflação observada no mês foi influenciada pela queda no custo da energia elétrica (-2,11%), que apresentou o maior impacto individual negativo (-0,08 p.p.) no IPCA-15. Todas as áreas pesquisadas apresentaram variações negativas, que foram desde o -0,61% em São Paulo até os -4,46% em Fortaleza, onde houve redução da alíquota de PIS/COFINS. Em janeiro, foi mantida a bandeira tarifária amarela, que adiciona na conta de luz R$ 1,343 a cada 100 quilowatts-hora consumidos.

Ainda em Habitação, o resultado do item gás encanado (0,49%) é consequência do reajuste de 2,45% nas tarifas no Rio de Janeiro (1,01%), vigente desde 1º de janeiro. Já no item taxa de água e esgoto (0,25%), destaca-se o reajuste de 18,00% nas tarifas em Belém (16,98%), em vigor desde 14 de dezembro. O gás de botijão, por sua vez, apresentou variação de 0,21%, após reajuste de 5% concedido pela Petrobras no preço do botijão de 13 kg, nas refinarias, no dia 27 de dezembro.

 

 

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Prévia da Sondagem da Indústria sinaliza alta em janeiro

O aumento da confiança nesse mês seria em decorrência da melhora das expectativas dos empresários em relação aos próximos três e seis meses

 A prévia da Sondagem da Indústria de janeiro de 2020 sinaliza alta de 1,1 ponto do Índice de Confiança da Indústria (ICI) em relação ao número final de dezembro de 2019, para 100,5 pontos, o mesmo valor de abril de 2018.

O aumento da confiança nesse mês seria em decorrência da melhora das expectativas dos empresários em relação aos próximos três e seis meses. O Índice de Expectativas indica crescimento de 2,4 pontos, para 101,6 pontos, o maior valor desde junho de 2018 (102,3 pontos). Em sentido contrário, o Índice de Situação Atual cairia 0,3 ponto, para 99,3 pontos.

O resultado preliminar de janeiro indica aumento de 0,4 ponto percentual do Nível de Utilização da Capacidade Instalada da Indústria (NUCI), para 75,5%, o mesmo valor de setembro de 2019.

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