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Senac firma parceria com a ONG Generation Brasil

A ONG global de educação para o emprego oferece programas de capacitação gratuitos para participante e os encaminha para emprego no final do curso

Pela primeira vez, o Senac São Paulo acaba de firmar parceria com a ONG Generation Brasil para sediar as aulas do Programa Desenvolvedor Júnior. A metodologia desenvolvida pela Generation combina o treinamento em habilidades técnicas, comportamentais e de mentalidades, preparando os jovens para os desafios reais do mercado de trabalho.

O programa tem o formato Bootcamp, é gratuito para o participante e tem duração de três meses, de segunda a sexta, das 8 às 18 horas (carga horária de 480 horas). Para participar do processo seletivo, é necessário que os jovens tenham de 18 a 29 anos de idade, Ensino médio completo e interesse em ingressar na área de tecnologia.

"Os formandos concluem o programa preparados para ingressar no mercado de trabalho e a Generation auxilia na preparação e conexão com empresas parceiras para entrevistas ao final do programa. Também fazem parte do programa o apoio e a mentoria aos estudantes durante e após a conclusão do curso", declara Leonardo Caetano, COO da ONG. As aulas ocorrerão na unidade Senac Lapa Tito e iniciam-se em 3 de fevereiro. O currículo desenvolvido pela Generation visa desenvolver as competências técnicas e comportamentais, e é customizado para atender às necessidades do mercado.

"Contribuímos com o desenvolvimento social desses jovens, pois a educação é a ferramenta de inclusão mais poderosa para inserção social e é fundamental para ingresso e ascensão no mercado de trabalho", afirma Maurício Pedro, gerente corporativo do Senac São Paulo.

Para o gerente da unidade Lapa Tito, Ulisses Matano, essa parceria possibilitará aos participantes o acesso a uma capacitação de qualidade e totalmente conectada às profissões do futuro, contribuindo para uma atuação profissional transformadora.

Os números globais da organização sem fins lucrativos confirmam a eficácia do programa: 81% dos graduados da Generation são empregados dentro de 90 dias após a conclusão do programa; 88% dos empregadores afirmam que os graduados da ONG têm performance acima da média de seus pares; os jovens capacitados têm de duas a seis vezes a renda aumentada após a graduação na entidade; 72% dos jovens continuam no mesmo emprego após o ingresso.

"Um grande diferencial do nosso programa de Desenvolvedor Júnior está no conceito, pois os jovens desenvolvem habilidades técnicas e comportamentais. A parte técnica inclui sessões interativas e práticas e são trabalhadas habilidades comportamentais essenciais para um bom desempenho nessa posição, dentre elas, comunicação e trabalho em equipe", acrescenta Leonardo Caetano.

 

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A busca do Executivo 4.0 desafia empresas e recrutadores

Empregadores mais exigentes em performance e candidatos mais seletivos e socialmente responsáveis são o grande desafio para as empresas de hunting

Encontrar executivos de alto nível está cada vez mais difícil. Não só porque as exigências das empresas hoje são maiores, mas porque os profissionais disponíveis estão cada vez mais seletivos, com interesses que vão além de cargos, salários e benefícios. “As empresas querem executivos de alta performance, pensamento ágil, liderança estratégica e orientados para o cliente. Entre as prioridades dos candidatos estão também a integridade, a responsabilidade social e o balanço entre vida profissional e pessoal”, explica Márcia Reggiani de Almeida, que, a partir de 2020, assume a liderança da Reggiani Hunting, referência entre as empresas de headhunting de Minas Gerais.

Segundo ela, o fenômeno é global e foi constatado por uma pesquisa com 348 executivos de 30 países realizada este ano pela Glasford International – Executive Search Consultants, uma Cooperativa Global de empresas, com sede na Holanda, da qual a Reggiani Hunting é a única empresa membro cooperada em todo o Brasil.

Enquanto o foco em resultados, gestão de mudanças e visão estratégica eram requisitos do executivo “top” há alguns anos, hoje o perfil do Executivo 4.0 é aquele capaz de montar e gerir equipes de alta performance, de exercer real liderança estratégica e agir com integridade em relação às normas, aos valores, à governança.

“O desafio dos recrutadores é promover o ‘fit cultural’, que é o encontro de visões entre empresas e candidatos”, diz Márcia Reggiani. Segundo a Glasford International, os candidatos de alto potencial querem oportunidades para implementar suas ideias e influenciar o desenvolvimento de negócios, buscam uma identificação entre seus valores e os da empresa e exigem uma atmosfera positiva de trabalho. “A reputação das empresas já é um condicionante para a aceitação de ofertas para bons cargos”, explica a diretora-executiva da Reggiani Hunting. “Quando o ‘fit cultural’ não acontece, a capacidade das empresas em reter seus talentos é muito pequena”, alerta a diretora da Reggiani Hunting.

Renovação e ampliação

Márcia Reggiani, que é administradora de empresas com experiência em planejamento e controle em multinacionais, e que nos últimos anos tem atuado no recrutamento de executivos e profissionais estratégicos, assume a liderança da empresa no lugar de Maria Reggiani, que fundou a empresa há 28 anos e que deixa o dia a dia para tornar-se Conselheira da empresa. “É uma transição que vem sendo programada há três anos e que entra em vigor em 2020”, diz a criadora da empresa. Paulo Coutinho, outro sócio-diretor da Reggiani Hunting desde 1998, também comporá o Conselho de Administração, permanecendo, ao mesmo tempo, à frente das operações internacionais e do relacionamento com a Glasford International.

“Como conselheiros, teremos a responsabilidade de pensar estrategicamente a organização, definindo rumos, orientando e apoiando as tomadas de decisão com vistas a perpetuar a empresa no mercado, garantir a manutenção dos valores que fazem o seu diferencial no mercado, maximizar o resultado operacional e o retorno dos investimentos em bases  sólidas”, diz Maria Reggiani.

Em 2019, a Reggiani Hunting teve seu melhor desempenho dos últimos quatro anos e Márcia Reggiani mantém uma expectativa otimista em relação a 2020. A equipe foi reforçada com a chegada de consultoras associadas e o alcance de suas operações foi ampliado. Além de Débora Camilo de Souza e June Coutinho, que já atuavam na empresa há anos, juntaram-se ao time as consultoras Giselle Brighenti, na Gerência de Operações, e Andrea Bacci e Daniele Riêra, que agregam São Paulo aos mercados da empresa. O time de BH ainda ganhou a adesão das consultora Ana Luiza Ferreira e Paola Prates.

“Ganhamos em experiência, capacidade e amplitude para encontrar os profissionais certos para as empresas e as empresas certas para os candidatos”, diz Márcia Reggiani. “Vamos usar nossa experiência de mercado, nosso networking e nossas parcerias internacionais para ajudar as empresas e os candidatos a enfrentar e vencer os desafios desse novo mundo do Executivo 4.0”, conclui Márcia Reggiani.


 

 

 

 

 

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Trabalho remoto é modelo dos sonhos para 49% dos empregados

Conclusão é da pesquisa Alelo Hábitos do Trabalho, realizada pela Ipsos, que ouviu empregados, autônomos e desempregados, em 12 principais regiões do país

 Trabalhar de casa ou de qualquer outro lugar que não seja a própria empresa é a opção dos sonhos para 49% das pessoas empregadas, para 55% dos autônomos e para 55% dos desempregados. O desejo é o mesmo para os três públicos entrevistados pela pesquisa Alelo Hábitos do Trabalho, realizada pelo instituto Ipsos, nas principais regiões do Brasil.

De acordo com os empregados entrevistados, o trabalho remoto é seguido pelo coworking (espaço de compartilhamento de recursos e infraestrutura) apontado por 10% das pessoas. O ROWE (Results Only Work Environment ou ambiente de trabalho orientado a resultado), cujo modelo se refere principalmente à mensuração do desempenho de cada profissional, aparece em terceiro lugar com 7%.

O BYOD (sigla de Bring Your Own Device, ou “traga o seu próprio dispositivo”) é outra tendência que foi citada por 6% dos empregados. Neste modelo, o profissional leva ao escritório o seu próprio recurso eletrônico (laptop, smartphone ou tablet), a fim de utilizar a tecnologia com a qual já está habituado. A holocracia, modelo sem estrutura hierárquica, também foi apontada como aspiração para 6%.

“Mais do que siglas ou termos da moda, essas novas formas de se trabalhar, foram apontadas como inovadoras e modelos de trabalho do futuro para 78% dos empregados entrevistados pela pesquisa. Tais dados nos mostram a necessidade de nos adaptarmos também como empresa para atender essas necessidades de forma a garantir um melhor ambiente aos profissionais”, destaca Soraya Bahde, diretora de Gente e Inovação.

Novos ambientes

Para 97% dos empregados entrevistados, os novos ambientes de trabalho foram apontados como positivos por proporcionarem mais conforto (58%), permitirem uma maior qualidade de vida (54%) e incentivarem a produtividade dos funcionários (53%).

Ainda no grupo dos empregados, 35% afirmaram que trabalham em uma empresa que adota algumas dessas tendências. A mais citada, por 42%, foi a presença de espaços com puffs e sofás para descanso e relaxamento. A possibilidade de se vestir informalmente foi destacada por 36%, mesma porcentagem de quem disse que a empresa oferece espaço para leitura e meditação. Ações de incentivo a atividades físicas foram citadas por 29%, enquanto 27% apontaram o espaço com jogos e outras atividades recreativas como a iniciativa adotada por sua empresa.

 

“Cuidamos de pessoas que cuidam de empresas e empresas que cuidam de pessoas. Como o foco é gente, precisamos entender profundamente seus perfis e anseios. Isso significa olhar para o hoje, as mudanças imediatas e para o futuro. Por isso, investimos em pesquisas para entender o cenário atual do trabalho e como podemos fornecer as melhores soluções relacionadas a esse universo”, acrescenta Soraya.

 

Por mais que as mudanças sejam pensadas principalmente nas novas gerações que estão entrando no mercado, o cenário atual de trabalho é bastante misto. Praticamente metade dos empregados (51%) trabalha diretamente com pessoas que não estão na mesma faixa etária. Isso ocorre, principalmente, dentre faixas de 18 a 24 anos e entre 55 e 65 anos.

 

No entanto, independentemente do porte da empresa, além do salário, a maioria dos empregados busca flexibilidade no ambiente de trabalho, como 40% que colocam a carga horária flexível como uma condição importante de trabalho, enquanto 44% citam estabilidade e segurança.

 

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