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Home-office: como compartilhar informações com segurança e performance

Em tempos de pandemia do coronavírus, empresas promovem o trabalho remoto, mas precisam ficar atentas para evitar possíveis problemas, como o vazamentos de dados

 

Com o aumento exponencial de infectados pelo novo coronavírus, empresas do mundo todo estão adotando o home-office como forma de trabalho. Apesar de ser uma excelente alternativa, essa modalidade exige que gestores e funcionários tomem medidas de segurança.

Sylvia Bellio, que é especialista em infraestrutura de TI e CEO da it.line, empresa eleita por quatro vezes consecutivas a maior revendedora da Dell no Brasil, comenta que o home-office tem crescido no país e é a forma principal de trabalho de quase quatro milhões de brasileiros.

“Nesse contexto de coronavírus, é uma medida que pode literalmente salvar vidas. Contudo, é preciso ficar atento a questões como que tipo de softwares e hardwares estão sendo usados para que o trabalho seja feito. Medidas simples de checagem e instalação de programas podem fazer com que a atuação do funcionário em casa seja quase tão segura quanto na empresa, que possui todo um departamento próprio de segurança digital”, argumenta a especialista.

Sylvia pontua que essa decisão de realocar o funcionário para atuar em casa pode ser extremamente perigosa se os cuidados corretos não forem tomados. “Apesar do home-office ser uma alternativa mais confortável, ao atuar desta forma o funcionário está carregando informações preciosas da empresa e está tirando essas informações do ambiente seguro”, complementa. 

Proteção de redes privadas

Alguns tipos de empresas dependem de que o funcionário acesse uma rede interna para que ele realize suas funções. Nessas situações, os empregadores precisam lembrar que a segurança das informações estará sujeita, por exemplo, às redes de internet inseguras. Nesse tipo de situação é altamente recomendado que a governança de TI do empregador tenha regras claras sobre procedimentos que devem ser adotados pelos trabalhadores.

“Questões como qual computador será utilizado, da empresa ou pessoal, e quais sites e programas podem ou não ser acessados no home-office devem estar claros nas regras da empresa. Esse tipo de definição é essencial para diminuir a chance de que informações sejam vazadas ou roubadas por criminosos cibernéticos, que estão sempre atentos às fragilidades dos sistemas digitais”, explica Sylvia.

Por causa disso, ela pontua quatro questões importantes de segurança para funcionários que acessarão redes privadas em suas residências:

o Definição de computador usado: a escolha de qual computador será usado é importante porque ela definirá quais os procedimentos de segurança serão tomados. Caso o computador da empresa seja levado para casa pelo funcionário, os cuidados terão que ser em relação à rede de internet utilizada, por exemplo. Além disso, é preciso que a empresa avalie esse dispositivo assim que ele voltar para o ambiente de trabalho. Apesar do controle, nem sempre é possível verificar o que foi acessado e o que estará no computador quando ele for reconectado na empresa. Na situação em que o computador pessoal do trabalhador for utilizado, é preciso alertá-lo e treiná-lo em relação à utilização de softwares como antivírus e firewall. Essa segunda situação precisa ser ainda mais fiscalizada, já que dispositivos pessoais costumam ser ainda menos vigiados do que os profissionais;

o Monitoramento: o monitoramento do tráfego dos dados de rede do computador do trabalhador remoto é importante para verificar possíveis anomalias, como acesso a servidores desconhecidos e até mesmo arquivos baixados de fontes estranhas. Para realizar esse acompanhamento, são utilizados programas específicos que são instalados nas máquinas dos funcionários. Além de fiscalizar acessos, esses softwares conseguem monitorar horários de entrada e saída dos funcionários. Isso é importante porque faz com que a jornada de trabalho fique idêntica ou simular à que o funcionário realiza presencialmente. Apesar de o funcionário estar atuando em casa, as empresas precisam respeitar horários combinados;

o VPN: a VPN (Rede Privada Virtual, em português) tem por objetivo integrar dispositivos remotos às redes corporativas da forma mais segura possível. Através dela, é possível conectar dois ou mais computadores, permitindo o tráfego de dados de forma segura entre eles. Ou seja, a VPN permite que um funcionário que está trabalhando em casa tenha acesso a uma rede interna de uma empresa, por exemplo. Essa funcionalidade possibilita até mesmo a criptografia do tráfego de informações, o que significa que os dados trocados entre os computadores estarão completamente seguros. É preciso ficar atento, porém, porque além da VPN privada também existem as chamadas VPNs públicas, que apenas mascararam a conexão dos computadores e não protegem totalmente os dados dos usuários, podendo causar graves perdas ou transtornos;

o Armazenamento em nuvem: o salvamento de arquivos na nuvem, tecnologia chamada de “cloud computing”, é uma das formas mais eficientes de troca de arquivos digitais. Ela pode ser utilizada, por exemplo, em casos de empresas que não precisam dar acesso total ao sistema interno. Nesses casos, o arquivo em que o funcionário irá trabalhar pode ser colocado na nuvem e somente aquele dado será acessado para o trabalho. Esses programas e serviços são úteis porque não utilizam a memória física do computador e permitem o acesso e até edição de documentos por pessoas autorizadas. O uso da nuvem é ideal para backups e para quem costuma lidar com transferências de arquivos pesados também;

Outras dicas de produtividade

Sylvia Bellio comenta que, nesse novo cenário, empresas e funcionários precisam estar atentos ao que há de mais moderno para que o trabalho seja feito da forma mais eficiente possível. Além disso, ela lembra que a adoção de premissas básicas pode fazer com que o trabalho remoto seja até mais produtivo do que na empresa:

Softwares: é muito importante informar para que o funcionário tenha uma suíte de aplicativos office e uma solução de redes confiável. Para não ter problemas com segurança, é essencial que o trabalhador não utilize softwares piratas, e atualize-os quando o fabricante recomendar. No caso do antivírus, firewall e sistemas operacionais, é preponderante deixá-los atualizados;

Gerenciamento de trabalho: os softwares de gerenciamento de projetos estão sendo muito utilizados por todos os tipos de empresas. Por causa da não presença física dos trabalhadores no ambiente de trabalho, a forma de comunicação entre gerentes e funcionários acaba mudando e as empresas precisam encontrar soluções de gerenciamento. Assim, os programas de organização de trabalho servem para que as tarefas e prazos sejam definidos. A partir dessas aplicações também é possível planejar as atividades e disponibilizar para todos abas com anotações com o que precisa ser realizado;

Mensageiros: tão utilizados na comunicação diária para fins recreativos, os mensageiros acabaram se tornando essenciais para quem quer se comunicar de maneira instantânea. Eles estão substituindo, inclusive, os e-mails, já que contas corporativas já são usadas pelas empresas. As empresas podem encarar os aplicativos de mensagens como uma forma eficiente e rápida para trocar informações com os funcionários. Nesses casos, porém, é preciso respeitar os horários dos colaboradores. Uma vez que esses programas estão na linha fina de recreação e trabalho, alguns gestores acabam extrapolando e enviando demandas fora do horário de trabalho, o que é bastante abusivo.

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Caixa vai implantar nova plataforma de extração de dados e autenticação digital

Banco passará a processar documentação por imagem para o cadastramento de clientes ou para a abertura de contas, validando as informações levantadas

 

A empresa brasileira Flexdoc foi a escolhida para implementar o novo projeto de extração de dados e validação de autenticidade documental que deverá posicionar a Caixa Econômica Federal como um dos bancos mais avançados em termos de operações mobile e omnichannel, e que será utilizado, inclusive, no processo de Onboarding. 

O conceito de "onboard digital" define um modelo de operação, normalmente utilizado pelos bancos virtuais puros ou fintechs, que empregam exclusivamente documentação por imagem para o cadastramento de clientes ou para a abertura de contas. Uma vez adotado pela empresa ou banco, este mesmo processo passa a valer para a validação das transações de usuários remotos e para o controle antifraude ao longo do ciclo de vida do cliente. 

O projeto da Flexdoc para a Caixa foi conquistado por licitação pública envolvendo grandes competidores da área de transformação digital e é o maior já anunciado em sua categoria no sistema financeiro nacional. 

Além de realizar a captura, extração e checagem de 54 milhões de pacotes de documentos de correntistas ou clientes de crédito, a plataforma da Flexdoc irá habilitar os scanners localizados nas agências da Caixa, além de milhões de celulares de correntistas (ou de proponentes) a funcionar como instrumentos para a captura e envio de cópias digitais de documentos ou para o preenchimento de formulários eletrônicos sem qualquer necessidade de digitação na ponta ou na retaguarda. 

Após admitir os formulários digitais, a plataforma é capaz de checar mais de 30 pontos de verificação sobre a autenticidade dos documentos fotografados, incluindo-se aí a fidedignidade gráfica dos documentos, dados de filiação, endereço e até a assinatura pública de autoridades constantes em Carteiras de Identidade, CNH e outros documentos. 

Na retaguarda do sistema antifraude, a plataforma Flexdoc inclui a confrontação de dados extraídos por celular com informações oficiais de dezenas de pontos de checagem e de órgãos como SERPRO, cartórios de protestos, bancos, polícia, prefeituras, tribunais e empresas de risco de crédito. 

"Através desse projeto, a Caixa passa a contar com uma estrutura semelhante à das novas CASB (Cloud Access Security Brokers), que são entidades disruptivas em transações atreladas a cadastro digital e validação de acessos. Com isto, o banco terá preenchido todas as exigências técnicas para avançar em canais bancários como redes sociais, SMS e WhatsApp sem a exigência de contatos de apoio presenciais ou telefônicos", afirma Carlos Flávio de Souza, diretor de Inovação da Flexdoc.

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Samsung mostra o futuro da tecnologia em produtos inovadores

O robô Ballie e uma TV Vertical são algumas das novidades da empresa, apresentadas na Consumer Electronic Show, maior feira de eletrônicos do mundo

Os carros voadores ainda não estão ao alcance de todos, mas o futuro está logo aqui. Na maior feira de eletrônicos do mundo, a Consumer Electronics Show, que aconteceu em janeiro de 2020, a Samsung apresentou robôs, produtos na área da saúde, casas e cidades conectadas. Para quem ficou fora mas ama tecnologia e não quer perder as novidades da Samsung, confira abaixo os principais anúncios da marca para o mercado global. E acredite se quiser, alguns deles chegarão ao Brasil em breve.  

 1 – Ballie, o assistente pessoal que toma conta da casa

 A sensação da CES 2020 foi o Ballie. Ballie é um pequeno robô rolante que compreende o ser humano, apoia e reage às suas necessidades para ajudar ativamente em casa. Os recursos integrados de inteligência artificial permitem que ele seja um assistente de condicionamento físico e uma interface móvel que busca soluções para as pessoas. Ele faz tudo isso enquanto mantém rigorosos padrões de proteção de dados e privacidade.

 O Ballie conta com uma câmera e pode se conectar com outros produtos da casa, como por exemplo o aspirador robô PowerBot. Caso ele encontre alguma sujeira, tem a capacidade de acionar o aspirador para a limpeza imediata.

  2 – TV na vertical? Isso é possível!

 A Samsung tornou realidade um modelo de televisão voltado para quem adora estar conectado às redes sociais com a possibilidade de ver um conteúdo na vertical ou horizontal, como se estivesse com o smartphone ou tablet. A TV literalmente gira para se adaptar à necessidade do usuário. Voltada para a Geração Z e os “millenials”, a The Sero conta com um design moderno que atende às necessidades de quem está acostumado a ver vídeos na vertical em dispositivos móveis. A potência de som fica por conta de 4.1 canais e 60W RMS de potência.

 “Sero” significa vertical em coreano e depois do sucesso na Coreia do Sul, o modelo chegará a outros mercados em 2020. Quem sabe o modelo não chega ao Brasil?

  3 – Family Hub e suas novas possibilidades de vida conectada

 Uma nova versão do Family Hub foi apresentada na CES com novos recursos de inteligência artificial e automação para a cozinha. Um produto que tem revolucionado o segmento com câmeras aprimoradas com Inteligência Artificial, sugestões de receitas adaptadas, compartilhamento de diversos tipos de mídia e entretenimento e muito mais. No Brasil, ainda no primeiro semestre, uma nova versão do Family Hub chegará ao mercado brasileiro com software 5.0, o mesmo da CES adaptado ao país. E o que isso significa? Significa que mais tecnologia embarcada vem por aí.

 Verificar o que há dentro da geladeira direto do seu smartphone, enquanto faz compras no mercado, vai ficar ainda mais fácil. O recurso está sendo aprimorado nesse novo modelo e vale a pena ficar de olho. O SmartView também chegará com novas funções e formatos, inclusive suporte a vídeos na vertical. Novos parceiros e aplicativos também estarão presentes para trazer ainda mais possibilidades a toda a família no dia a dia.  Um produto que tem revolucionado o segmento e que reflete as novas maneiras pelas quais as famílias estão administrando suas vidas.

 4 – Monitor Odyssey G9: O máximo de imersão em um monitor gamer

 A Samsung mudou a maneira de como os fanáticos por jogos vão interagir a partir de agora. O G9, modelo de 49”, é o primeiro monitor gamer de alta definição e curvatura profunda e imersiva de 1000R de raio. Ele corresponde ao campo de visão humana, o que oferece uma experiência de visualização confortável. A distância mais uniforme entre os monitores curvos e os objetos em todos os ângulos proporciona uma visualização mais agradável e mais imersiva do que em monitores planos.

 O G9 apresenta um design impactante, com exterior em branco brilhante e um núcleo Infinity na parte traseira com iluminação futurista. São 52 opções de cores e cinco combinações de efeitos. O design e os efeitos de iluminação complementam qualquer configuração de jogo. Sua chegada ao mercado brasileiro será com muita inovação. Além da curvatura, tem tempo de resposta de 1ms, taxa de atualização de 240Hz para FPS, compatibilidade com Gsync e muito mais. Fique de olho nesse produto que tem tudo para ser uma tendência de mercado.

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