Menu

Adistec Brasil firma parceria com Riverbed

Distribuidora passa a trabalhar o portfólio completo de soluções de otimização e performance de redes e datacenters da multinacional americana

A Adistec, distribuidora de valor agregado com foco em infraestrutura para Data Centers e Segurança da Informação, consolida parceria com a Riverbed no Brasil. A empresa norte-americana, especializada no desenvolvimento de soluções focadas no desempenho digital, já mantém uma parceria global de longa data com a Adistec para impulsionar os negócios em outros países da América Latina e agora o Brasil entra para completar a atuação na região.

O acordo entre as duas companhias abrangerá todas as linhas de produtos da Riverbed, principalmente as soluções de Gerenciamento de Experiência Digital (DEM) e infraestrutura de próxima geração, incluindo rede definida por software (SD-WAN), que nos últimos anos tem se mostrado em crescimento no Brasil.

“A entrada da Riverbed no nosso portfólio significa ampliar resultados com novas frentes de negócios que poderão ser atendidas por uma vasta rede de canais espalhados pelo país que irão apoiar seus clientes a conquistar sucesso em suas estratégias digitais”, afirma o country manager da Adistec Brasil, José Roberto Rodrigues.

“Nosso objetivo continua a ser o mesmo que é impulsionar a expansão de novos clientes na região e apoiar os grandes clientes que já fazem parte da família Riverbed. Com o trabalho da Adistec, nosso propósito só aumenta porque estamos vendo um crescimento da demanda dos clientes por nossas ofertas de SaaS e assinaturas e estamos otimistas com esse acordo de distribuição com a Adistec”, reforça Milton Cartin, Regional Director da Riverbed LATAM.

A Riverbed Technology, Inc. é uma empresa americana de tecnologia da informação, com mais de 30 mil clientes globais. Seus produtos consistem em software e hardware focados no monitoramento de desempenho de rede, gerenciamento de desempenho de aplicativos e redes de área ampla, incluindo SD-WAN e otimização de WAN. No ano passado, a empresa anunciou uma reformulação na sua forma de atuação na América Latina, deixando de ter uma atuação local, passando a ser liderada por parceiros.

Leia mais ...

Pesquisa revela a falta de prontidão dos data centers

Levantamento da Forbes Insights e Vertiv mostra que 92% dos CIOs e CTOs dizem que seus negócios irão requerer downloads e tempos de resposta mais rápidos em um futuro próximo

A Vertiv, líder global em soluções de infraestrutura de missão crítica para eletrônicos, revela que apenas 29% dos tomadores de decisão nos data centers consideram que as suas atuais instalações atendem às suas necessidades. O relatório mostra, ainda, que apenas 6% dos entrevistados dizem que seus data centers estão ultra-dimensionados, indo além de suas necessidades. Essas são algumas das descobertas do relatório produzido pela Forbes Insights com apoio da Vertiv.

 O relatório “O Data Center Moderno: Como o TI está se Adaptando às Novas Tecnologias e à Hiperconectividade” analisa os resultados de uma pesquisa com 150 executivos e engenheiros de data centers de diversas verticais ao redor do mundo.

 Os resultados da pesquisa indicam uma preocupante falta de planejamento e de preparo, algo incompatível com o ecossistema de dados atual. Uma análise mais aprofundada dos resultados revela um contraste muito claro entre os executivos e os engenheiros que atuam nos dada centers: 11% dos executivos dizem que seus data centers estão atualizados além das necessidades atuais, enquanto apenas 1% dos engenheiros dizem o mesmo.

 “Os data centers estão evoluindo para incorporar recursos corporativos, de cloud e de edge – isso exige planejamento e prognósticos muito minuciosos. São informações críticas para atender às necessidades de processamento de dados da empresa usuária e a seus objetivos comerciais”, disse Martin Olsen, vice-presidente da Vertiv para Sistemas de Edge Globais. “Fica claro que muitas organizações estão deixando a desejar nesse front. É inevitável que, para corrigir esse quadro, as empresas realizem investimentos para buscar ficar atualizadas, à frente das mudanças. ”

 Outros destaques da pesquisa:

 ·         92% dos CIOs e CTOs entrevistados dizem que seus negócios irão requerer downloads e tempos de resposta mais rápidos em um futuro próximo.

 ·         63% reconhecem ter dificuldade em atender às necessidades de largura de banda em todos os momentos.

 ·         Segurança (45%) e largura de banda (43%) estão entre as duas áreas que mais necessitam de upgrades.

 ·         Segurança (43%), prontidão para backup e emergências (33%), a capacidade de implementar novas tecnologias (28%) e a largura de banda (27%). Essas são as características mais mencionadas como o que dará vantagem competitiva à empresa usuária.

 ·         Os entrevistados estão otimistas sobre os data centers autoconfiguráveis e self-healing. 24% acreditam que mais da metade de seus data centers serão autoconfiguráveis até 2025 e 32% afirmam que mais da metade serão self-healing.

 “Estamos testemunhando uma demanda por maior capacidade nos data centers da América Latina”, disse Fernando Garcia, vice-presidente e gerente geral da Vertiv América Latina. “Órgãos governamentais e empresas em geral estão buscando melhorias significativas em diversas áreas, incluindo infraestrutura de dados, capacidade de computação e largura de banda. A Vertiv trabalha junto a nossos parceiros e clientes para garantir a continuidade dos negócios digitais. Nossa meta é entregar à empresa usuária resultados inovadores, desde o design e comissionamento até a implementação, operação e serviços do data center”.

 

Leia mais ...

Gartner anuncia competências essenciais para os líderes de Infraestrutura e Operações do futuro

Executivos de TI podem avançar nas jornadas de transformação digital de suas organizações ao adotarem um estilo de liderança focado em colaboração, treino e avaliação

Digamos que você tenha acabado de assumir o papel de líder de Infraestrutura e Operações  em sua empresa. Seu antecessor não estava equipado para evoluir, além do estilo tradicional de liderança de comando e controle para atender às metas de transformação digital da organização. Você sabe que, para ser um líder de TI bem-sucedido na era digital, é preciso performar uma "liderança servidora", sendo um facilitador e negociador, capaz de remover barreiras para sua equipe.

"O contexto e as nuances dos principais líderes de infraestrutura e de operações de TI podem ser bem diferentes se comparados a outras áreas de TI", diz Katherine Lord, Analista Vice-Presidente do Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento para empresas. “A era digital exige a liderança servidora, que requer pensamento sistêmico, colaboração, equipes flexíveis e versatilidade”.

De acordo com a analista, 80% das organizações que falharem no desenvolvimento de qualidades de liderança servidora não atingirão seus objetivos de transformação digital. Por isso, o Gartner identificou dez competências essenciais para que uma liderança de infraestrutura e de operações de TI consiga criar um plano de ação eficaz.

Os líderes devem ser adaptáveis, ter uma postura orientada aos negócios, ser agentes das mudanças, atuar como coach para o desenvolvimento da equipe e contar com boa comunicação. Além disso, é necessário ter inteligência emocional, ser um influenciador, ter habilidade para conectar as equipes, agir sempre de maneira altruísta e com pensamento sistêmico.

Essas competências devem enfatizar a importância de promover uma cultura focada em melhoria e experimentação (não em perfeição); desenvolvimento e lapidação de talentos; influência e apoio efetivo às inúmeras equipes da organização.

Nesse cenário, o Gartner recomenda três estratégias para que as empresas criem um plano de ação para cultivar a liderança servidora:

 

1. Foque na Avaliação Interna - Primeiro, os líderes de infraestrutura e de operações de TI devem dedicar um tempo para refletir e determinar seu nível de habilidade para cada uma das competências necessárias. Em quais áreas eles estão tendo sucesso? Onde eles precisam desenvolver ou aprimorar suas habilidades? A ideia de autoavaliação pode ser assustadora, mas é absolutamente necessária para desenvolver esse plano de ação.

 

2. Promova a Melhoria e a Adaptação - Depois que as lacunas e oportunidades de melhorias forem identificadas, crie um plano de ação que reduza as deficiências e desenvolva os pontos fortes existentes. Por exemplo, se você precisar se concentrar mais nos negócios, adapte uma mentalidade que exija uma melhor integração com seus colaboradores. Em seguida, crie uma ação específica para sustentar essa mentalidade, como possuir relatórios que utilizem uma linguagem mais orientada para os negócios, e não específica de tecnologia. Esteja ciente que este processo não acontece da noite para o dia. “A perfeição não é a meta”, afirma Lord.

 

3. Estabeleça uma ação de Treino - Um dos aspectos mais importantes do trabalho dos líderes de infraestrutura e de operações de TI é serem ‘líderes de líderes’, em vez de simplesmente delegar trabalho. Treinamento e capacitação de relatórios diretos são fatores para praticar e propiciar uma liderança multifuncional, que quebrará segmentações organizacionais, criarão redes de suporte que vão além das funções tradicionais e incentivarão mais agilidade e eficiência. Esses investimentos em suas próprias habilidades de liderança e as de sua equipe produzirão resultados exponencialmente mais expressivos.

"Promover a liderança servidora em todo a Infraestrutura e Operações é uma das coisas mais eficientes que os líderes podem fazer para avançar na jornada de transformação digital de sua organização", diz a analista do Gartner.

 

Leia mais ...
Assinar este feed RSS

Finanças

TI

Canais

Executivos Financeiros

EF nas Redes