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Sistema de pagamento instantâneo exigirá segurança redobrada por parte das instituições financeiras

A solução de melhor custo-benefício é optar por módulos criptográficos (HSM) que possam atender múltiplas normas e legislações simultaneamente

Bancos, carteiras digitais e fintechs com mais de 500 mil contas ativas no Brasil têm até o mês de novembro para se adequar ao novo sistema de pagamento instantâneo (PIX), aprovado pelo Banco Central no dia 19 de fevereiro. A plataforma permite a realização de transações financeiras, como pagamentos e transferências, em até dez segundos e durante 24 horas - uma vantagem importante para os usuários de serviços como TED e DOC. Porém, sua implementação vai exigir das instituições financeiras uma série de ajustes e investimentos em segurança, além de soluções para integração ao Banco Central.

Na visão de especialistas, a solução de melhor custo-benefício é optar por módulos criptográficos (HSM) que possam atender múltiplas normas e legislações simultaneamente. “Para isso, é necessário utilizar HSMs com certificações internacionais e nacionais, como o FIPS e aICP-Brasil. Desta forma, o cliente não só fica em compliance com o Manual de Segurança do Banco Central, mas também com PCI, LGPD e GDPR”, afirma Roberto Gallo, CEO da Kryptus, empresa especializada em criptografia e segurança cibernética. 

 

Em um mercado que deve crescer rapidamente e atingir um grande volume de transações, soluções de alta disponibilidade devem ter um papel fundamental nas decisões das empresas que buscam segurança e performance para reduzir riscos e custos. “Com o PIX, teremos transações criptografadas entre diversas partes. O próprio Banco Central recomenda o uso de um HSM para o armazenamento seguro das chaves e assinatura em alta performance”, explica Gallo.

 

Segundo o executivo, hoje o HSM está presente em diversas verticais de negócios. Nas aplicações financeiras, a solução poderá ser utilizada, por exemplo, como cofre digital, gerenciamento de credenciais, Autoridade Certificadora interna e adequação a leis de proteção de dados pessoais como LGPD e GDPR.  Além disso, HSMs que possuem funções de virtualização possibilitam uma redução de investimentos (Capex) e custos operacionais (Opex).

 

 

 

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Links de pagamentos auxiliam empresas em tempos de isolamento

Ferramenta da Vindi, que funciona como maquininha online, facilita a cobrança de vendas avulsas ou recorrentes por meio de canais como WhatsApp, redes sociais, e-mail e SMS

 

A pandemia de Coronavírus tem impactado a economia mundial. Em um cenário de incertezas, além dos cuidados e privações, as empresas têm buscado alternativas para manter suas vendas aquecidas e minimizar os prejuízos decorrentes do COVID-19. Para garantir a segurança e a praticidade de vendedores e clientes, a Vindi disponibiliza ao mercado a funcionalidade de link de pagamento , que facilita a cobrança de vendas avulsas ou recorrentes por meio de canais como WhatsApp, redes sociais, e-mail e SMS. Com a vantagem de ultrapassar a barreira da distância e sem a necessidade de sair de casa, a solução funciona como uma maquininha online e ainda reduz, segundo a Vindi, a inadimplência em até 70%.

De acordo com Alexandra Papangelacos, Head Comercial da Vindi, trata-se de uma ferramenta útil a todas as etapas de um negócio. "Neste momento de instabilidade econômica, é importante apostar em alternativas para evitar ainda mais prejuízos. O link de pagamento pode contribuir com todos os tipos de empreendimentos, seja para quem está começando a vender online, para quem precisa aumentar as vendas ou quem busca reinventar a maneira de cobrar por seus produtos ou serviços. Não é necessário maquininha, e-commerce ou loja física, tudo é 100% online", explica.

Para utilizar o link de pagamento, é necessário criar uma página - que pode ser personalizada mesmo que a empresa não tenha um website -, facilitando inclusive para quem vende por meio das redes sociais . Além disso, é possível escolher entre uma página para um produto específico ou para planos de serviços, caso o negócio disponibilize este modelo. Ao gerar e enviar o link ao cliente, ele então define a forma de pagamento, como cartão de crédito ou boleto, por exemplo, e insere os dados solicitados.

Com a página criada, é possível escolher uma extensão de segurança para evitar fraudes e habilitar o Captcha, evitando possíveis golpes e garantindo a segurança para quem vende e quem consome. "O fator segurança é muito importante no processo de venda online. Algumas desistências na hora da compra estão relacionadas ao fato de algumas pessoas não se sentirem seguras. Além da segurança para o lojista, o link de pagamento ajuda a evitar fraudes e mantém o negócio saudável", esclarece Alexandra.

Papel na redução da inadimplência

Além de aumentar o alcance das vendas, já que o pagamento online personalizado ajuda a expandir o negócio e possibilita transações em todo o país, a geração do link pode reduzir a inadimplência em até 70%. Se o consumidor esquece de pagar ou perde o boleto, é possível reenviá-lo pelo canal mais apropriado para o negócio, como WhatsApp, por exemplo. Desta forma, a gestão dos recebíveis da empresa torna-se ainda mais eficiente.

Alexandra ressalta que a pandemia do COVID-19 tem impactado todo o comércio. "As lojas e restaurantes fecharam as portas, as pessoas estão receosas em manipular a maquininha e as notas de dinheiro fazem o vírus circular. Com o link , os empreendedores não precisam interromper as vendas, basta enviá-lo para que o cliente realize o pagamento. Como funciona como uma maquininha, tem aderência com todas as bandeiras e é em formato digital. Mais prático e seguro, principalmente neste momento de crise", finaliza.

A Vindi é a plataforma líder em pagamentos recorrentes no país. Com mais de 6.000 clientes, a empresa foi fundada em 2013 com o foco em potencializar a experiência das empresas de assinatura, serviços e e-commerces no que tange a cobranças recorrentes e pagamentos online por meio de soluções tecnológicas.

 

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PIX do Banco Central vai materializar o dinheiro no mundo digital

Dínamo Networks oferece soluções para garantir a segurança nas transações feitas com o Sistema de Pagamento Instantâneo

O Sistema de Pagamento Instantâneo (PIX) do Banco Central vai revolucionar o mercado financeiro, por permitir que as transferências de valores, para pessoas físicas e jurídicas, sejam feitas em tempo real, 24 horas por dia, sete dias por semana, e em apenas 10 segundos.  O centralizador das operações será o próprio BC e não mais as bandeiras dos cartões. “Previsto para entrar em produção em novembro deste ano, o PIX vai materializar o dinheiro em espécie no mundo digital, fazendo com que se use cada vez menos os cartões de débito”, assinala Marco Zanini, especialista em segurança e CEO da Dínamo Networks, empresa voltada para soluções de identidade digital e criptografia.  

Segundo Zanini, o PIX não substituirá os cartões de crédito, que praticam ainda taxas exorbitantes. “Com certeza, o pagamento instantâneo vai obrigar as bandeiras a serem mais criativas e a oferecerem mais vantagens para os consumidores, como limites diferentes e um maior número de parcelas nas compras”, argumenta..

O Sistema de Pagamento Instantâneo chega para impulsionar a competitividade dos bancos e para obrigá-los a diminuir as taxas de transações, como DOC e TED, explica Zanini. “Se não tivessem receio da concorrência com as fintechs, os bancos não concordariam em implantar o PIX, porque, com certeza, vão perder dinheiro”, comenta o CEO da Dínamo.    

De acordo com Zanini, o uso do PIX vai exigir dos bancos uma adaptação em sua infraestrutura de TI, fortemente baseada na nuvem. “Isso  não será tão desafiador  porque as instituições financeiras já têm know how para tocar projetos deste tipo. No entanto, os bancos tradicionais terão de investir entre R$ 5 a RS$ 10 milhões na implantação do PIX e gastar cerca de R$ 200 mil mensais para manter o sistema em funcionamento”, revela. 

Soluções garantem segurança do PIX

Para garantir a segurança das transações do PIX, a Dínamo Networks disponibiliza um hardware, o Hardware Security Module (HSM), e a solução de segurança SPI, lançada recentemente. O hardware, equipamento de segurança criptográfico, venceu a licitação do Banco Central e foi escolhido para integrar a infraestrutura interna do BC. “O Banco Central adquiriu oito equipamentos HSM e deve comprar mais 16”, enfatiza Zanini.

Embutido no HSM, o novo módulo da Dínamo destina-se armazenamento de chaves para assinatura das operações do PIX, dentro do cofre digital (HSM), e está em conformidade com a ISO internacional 20.022. Esse padrão internacional de transferência de fundos foi adotado pelo Banco Central com o intuito de o PIX fazer transferências para outros países e será obrigatório para as transações.

 

A primeira onda do PIX atingirá as instituições financeiras. Já a segunda onda, prevista para entrar em operação em 2022, contemplará os grandes varejistas e empresas de e-commerce, que vão querer montar suas carteiras digitais.

 

 

 

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