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Plataforma de fintech oferece empréstimo entre pessoas

Sem lucrar com juros, o Bullla inaugura um novo mercado, permitindo maiores ganhos para quem investe e menor custo para quem precisa de crédito

A primeira plataforma do país que permite o empréstimo direto entre pessoas, sem intermediação bancária, está oficialmente no ar. Aprovada pelo Banco Central em setembro de 2019, a fintech Bullla é a primeira a operar no formato SEP (Sociedade de Empréstimo entre Pessoas), possibilitando aos tomadores de empréstimos acesso a taxas mais atrativas do que as disponíveis atualmente no mercado e, aos investidores, a possibilidade de melhores retornos.

Como ocorre em aplicativos de transporte ou locação de imóveis, como o Airbnb, o Bullla segue o modelo de relacionamento direto entre pessoas, conhecido no mundo da tecnologia pelo termo em inglês “peer to peer”. Por isso, operadores do mercado já enxergam a plataforma como o “Uber” do mercado financeiro.

Nele, quem precisa, consegue solicitar empréstimos com as melhores taxas para o seu caso, já que a avaliação é individual. Para poder participar basta que os interessados não estejam com restrições financeiras no mercado. Quando os dois lados se encontram e concordam, o match ocorre e a transação é feita. Todos os juros pagos pelo tomador vão diretamente para o investidor, eliminando o spread bancário do mercado tradicional.

O aplicativo já está disponível para download nas lojas da Apple e Android, e as transações também podem ser realizadas no site www.bullla.com.br. Lá os usuários podem fazer simulações para entenderem as possibilidades e benefícios que a plataforma oferece.

 

Sem intermediação bancária

Diferentemente de outras plataformas que existem no mercado, o Bullla é o único que não possui uma instituição financeira intermediando e formalizando os empréstimos entre pessoas. A plataforma é, em si, a instituição financeira – e não lucra com juros. A remuneração do negócio acontece pelo pagamento do serviço de análise de crédito, busca de investidor e formalização dos contratos.

Em seu processo pioneiro, viável graças à mudança nas normas do Banco Central, o aplicativo ajuda a avaliar aqueles interessados em empréstimo e conectá-los a investidores que tenham poupança e buscam uma rentabilidade maior.

Os interessados em obter empréstimo são classificados conforme um rating (AAA até C), e o investidor pode escolher para que perfil de tomador ele deseja emprestar. Os valores para concessão do empréstimo variam entre R$ 1 mil e R$ 5 mil, em até 12 parcelas.

Marcelo Villela, co-fundador do Bullla, possui uma trajetória consolidada e reconhecida no mercado financeiro como ex-presidente da Losango e ex-diretor do Bradesco e HSBC. Com o novo modelo de negócio, viu a possibilidade de inovar, empoderando as pessoas para a construção de uma comunidade em torno de seus interesses financeiros. “Estamos criando um mercado completamente novo, tendo as pessoas como protagonistas”, afirma Villela.

Segundo ele, assim como já ocorreu em países como EUA e Inglaterra, o modelo deverá crescer rapidamente, em um mercado estimado de R$ 300 bilhões.

 

 

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Cinco vantagens de se associar a uma cooperativa de crédito

A cooperativa Viacredi inaugura segundo Posto de Atendimento no Paraná nesta quinta-feira, visando estimular o desenvolvimento econômico e social e oferecer melhores opções de negócios a empreendedores

A cidade de São José dos Pinhais recebe, nesta quinta-feira (16), às 10 horas, no bairro São Pedro, o lançamento de mais um posto de atendimento da cooperativa de crédito catarinense Viacredi, a maior nesse segmento do Brasil em número de cooperados. Essa é a segunda unidade da cooperativa que chegou ao Paraná no final do ano passado (com uma unidade no bairro Afonso Pena, em São José) e deve abrir pelo menos oito unidades até 2021 nas cidades de São José dos Pinhais, Curitiba, Pinhais e Colombo.

Mas qual é a importância e o diferencial de uma cooperativa? Além de representar um sistema que estimula o desenvolvimento social e econômico de toda a comunidade, oferece linhas de crédito acessíveis a empreendedores e trabalhadores e ainda uma espécie de divisão de resultados entre todos os cooperados, um propósito diferente dos bancos tradicionais.

Para entender melhor como é o funcionamento desse tipo de instituição confira abaixo, com Vanildo Leoni, diretor executivo da Viacredi, cinco vantagens em se associar a uma cooperativa de crédito.

1.      Retorno das sobras entre os cooperados

As cooperativas são instituições sem fins lucrativos, o que significa que todas as receitas obtidas são utilizadas para o pagamento dos custos relacionados a estrutura e funcionários. “O que sobra desse valor retorna para os cooperados no fim do ano, de acordo com as movimentações de cada um. Quanto mais serviços utilizados maior será essa participação. Na prática, todos são sócios da cooperativa. Na Viacredi, R$ 118 milhões retornarão aos cooperados, como resultado do ano de 2019”, explica Vanildo. Essa é uma maneira de fazer com que o dinheiro retorne e continue a ser investido na comunidade. Na empresa, além do retorno das sobras, os cooperados também participam de votações e de importantes questões referentes à cooperativa, como foi o caso da expansão para o Paraná.

2.      Taxas especiais e linhas de crédito atrativas

As cooperativas conseguem oferecer para o público linhas de crédito com taxas de juros abaixo da média de mercado, que colaboram para a realização dos sonhos de cada cooperado e também para o desenvolvimento de micro e pequenos negócios, por exemplo. “Procuramos entender cada empreendedor para oferecer as melhores opções. É uma opção para pessoas que não conseguem taxas especiais e linhas de crédito em outras instituições financeiras”, afirma Vanildo. Cooperativas de crédito, como a Viacredi, oferecem diversas oportunidades de investimentos, previdência, cartões, seguros, consórcios, emissão de boletos, folha de pagamento, entre outros serviços, e seus cooperados não pagam taxa de manutenção de conta, por exemplo.

3.      Educação financeira

As cooperativas buscam oferecer as melhores opções para seus associados e para isso também realizam investimentos em educação financeira, com cursos, palestras e treinamentos presenciais e à distância sobre o assunto. A Viacredi, através do PROGRID – Programa de Integração e Desenvolvimento de Cooperados e Comunidade - oferece cursos, palestras, teatros e encontros de negócios de maneira gratuita, além de uma plataforma online com cursos de inglês, Excel, ferramentas Adobe, gestão, ética, administração, inovação, entre outros assuntos de desenvolvimento profissional e profissional. Além disso, também há um trabalho com as escolas para levar educação financeira a crianças e adolescentes, eventos culturais, além de outros programas sociais e educacionais.

4.      Proximidade com a comunidade

O trabalho das cooperativas de crédito colabora de maneira especial para o desenvolvimento de comunidades e bairros específicos, uma vez que o dinheiro investido retorna à comunidade e sua economia local, seja por meio do investimento das sobras ou da realização de atividades educacionais, mas principalmente pelo estímulo à geração de negócios, empregos e renda. “A Viacredi oferece incentivo para que os empreendedores participem de feiras de negócios, apoia iniciativas de desenvolvimento e oferece aos cooperados as orientações de consultores de negócios. Essa é a chamada economia colaborativa, em que o cooperado, a cooperativa e toda a comunidade se ajudam e crescem juntos”, ressalta.

5.      Atendimento personalizado

Pela proximidade com a comunidade, essas instituições financeiras oferecem um atendimento mais personalizado e próximo à população. O objetivo é especialmente entender as necessidades e quais os serviços e produtos mais adequados a cada pessoa. Além dos postos de atendimento presenciais, os cooperados da Viacredi também podem contar com canais digitais como o aplicativo, conta online, caixas eletrônicos e redes sociais. 

 

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Protesto extrajudicial é um modo seguro de cobrar um débito em aberto

Esse recurso é uma forma sem custos de reaver crédito, já que a lei nº 23.204 exime o credor de pagar qualquer taxa para tentar reaver um valor por meio da ferramenta

Minas Gerais é o segundo maior polo de inovação do Brasil, conforme levantamento feito pela ABStartups, figurando atrás, apenas, de São Paulo. O estado mineiro concentra cerca de 12% das startups do país. Nesse número estão incluídas as Fintechs, que trabalham para otimizar serviços do setor financeiro. Movidas pela inovação, essas organizações atuam, em geral, com muita ousadia. Diante disso, os riscos e as incertezas são sempre altos, e o não recebimento de qualquer valor esperado pode afetar todo o planejamento financeiro de quem se preocupa em honrar seus compromissos. Uma alternativa para solucionar casos como esse é o protesto extrajudicial.

Esse instrumento é uma forma segura e legal de intimar um devedor a quitar o débito sem precisar acionar o judiciário e o percentual de recuperação de crédito em um curto espaço de tempo é elevado. “Além disso, o protesto extrajudicial é uma forma sem custos de reaver crédito, já que a lei nº 23.204 exime o credor de pagar qualquer taxa para tentar reaver um valor por meio da ferramenta”, acrescenta Leandro Santos Patrício, presidente do Instituto de Protesto-MG.

Quando a dívida protestada não é paga, o devedor sofre uma série de limitações. “O devedor fica impedido de realizar financiamentos e empréstimos, encontra ressalvas em sua agência bancária para retirada de talões de cheque e cartões, entre outros”, diz. Além disso, a dívida protestada não prescreve, as restrições desaparecem apenas com a quitação do valor devido.

Mais vantagens

O protesto pode ser feito via internet, no endereço www.protestomg.com.br. O site também é útil para o devedor que deseja regularizar sua situação, já que a ferramenta possui as orientações necessárias para a quitação de débitos.

Outro serviço gratuito, oferecido pelos cartórios, também disponível via internet, é a consulta de CPF/CNPJ. “Trata-se de um meio essencial para o comerciante obter informações de crédito e, assim, decidir se a relação comercial é segura ou não”, enfatiza o presidente do Instituto de Protesto-MG.

Quem preferir também pode protestar pessoalmente nos cartórios, sendo necessário apenas apresentar um documento que comprove a dívida. Uma ampla gama de documentos pode ser protestada, como cheques, contratos, certidões de dívida ativa, notas promissórias, células de crédito bancário, entre outros.

 

 

 

 

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